O grupo também decidiu levar o tema ao colégio de líderes, que se reúne hoje à tarde. Segundo eles, a proporcionalidade dos partidos na Casa não foi respeitada, já que o PMDB, PSDB e PP, cederam suas vagas para o PSC, que, das 18 vagas de titulares, ficou com cinco. O grupo dos parlamentares contrários à eleição de Feliciano também iniciou a coleta de assinaturas para criar uma Frente Parlamentar de Direitos Humanos, que poderá funcionar como comissão paralela.
Às 14h, a coligação vai se unir a entidades sociais, que vão fazer uma manifestação no Salão Verde da Câmara. Às 15h30, o PSC se reúne para discutir a repercussão do caso. ;Vamos apenas avaliar o quadro. Analisar as questões favoráveis e contrárias ao que aconteceu;, explicou o líder do PSC, André Moura, que negou, porém, que o partido cogite a destituição de Feliciano do cargo.