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Aprovado projeto que aumenta número de municípios na Ride

O plenário do Senado aprovou hoje (7) projeto de lei complementar do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) que inclui os municípios de Alto Paraíso de Goiás (GO), Cabeceira Grande (MG), São João D;Aliança (GO), Flores (GO) e Gameleira de Goiás (GO) na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).

A Ride foi criada para ajudar no desenvolvimento dos municípios de Goiás e Minas Gerais que ficam próximos ao Distrito Federal (DF), o chamado Entorno do DF. Em geral, as populações desse municípios trabalham, estudam e usam serviços públicos de Brasília, sobrecarregando a capital federal. O objetivo da Ride é promover ações integradas entre a União, as prefeituras e os governos das três unidades da Federação para sanar as deficiências apresentadas nessas localidades em especial nas áreas de infraestrutura e geração de empregos.

O senador Rollemberg alega que o Produto Interno Bruto (PIB) do Distrito Federal aumentou 120% desde a criação da Ride, em 1998. Com isso, segundo ele, a influência econômica do DF no Entorno também cresceu, aumentando o número de municípios dependentes dos serviços oferecidos na capital federal. ;São municípios que têm uma dependência muito grande em relação ao Distrito Federal e, ao participarem da Ride, fica mais fácil a implementação de políticas públicas de desenvolvimento comum a toda a região. E também facilita o acesso a recursos federais, contribuindo para a promoção do desenvolvimento desses municípios;, explicou Rollemberg.

Os municípios que compõem a Ride atualmente são: Abadiânia (GO), Água Fria de Goiás (GO), Águas Lindas (GO), Alexânia (GO), Cidade Ocidental (GO), Cocalzinho de Goiás (GO), Corumbá de Goiás (GO), Cabeceiras (GO),Cristalina (GO), Formosa (GO), Luziânia (GO), Mimoso de Goiás (GO), Novo Gama (GO), Padre Bernardo (GO), Pirenópolis (GO), Planaltina (GO), Santo Antônio do Descoberto (GO), Valparaíso (GO), Vila Boa (GO), Unaí (MG) e Buritis (MG).

A matéria segue para a Câmara dos Deputados, onde poderá sofrer alterações. Se isso ocorrer, o projeto retorna para última análise no Senado, antes de seguir para sanção da presidenta Dilma Rousseff.