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Estado de Minas

PT e PMDB se reúnem para definir alianças estaduais e resolver divergências

Cúpula dos partidos se reúne hoje para definir as alianças estaduais já anunciadas, como na Bahia, no Rio de Janeiro e em Mato Grosso do Sul


postado em 30/11/2013 08:00 / atualizado em 30/11/2013 15:38

O senador Lindbergh Farias adiou o desembarque do governo fluminense a pedido de Lula(foto: Iano Andrade/CB/D.A Press - 10/9/13)
O senador Lindbergh Farias adiou o desembarque do governo fluminense a pedido de Lula (foto: Iano Andrade/CB/D.A Press - 10/9/13)

Pela primeira vez desde que o PT reelegeu Rui Falcão como presidente do partido, em novembro, credenciando-o para montar as alianças da campanha presidencial de Dilma Rousseff, petistas e peemedebistas se reunirão para aparar arestas — que são muitas, inclusive. A cúpula dos dois partidos — incluindo pelo lado do PT a própria Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, pelo PMDB, o vice-presidente, Michel Temer, e os presidentes da Câmara e do Senado, Henrique Eduardo Alves (RN) e Renan Calheiros (AL) — terá um longo dia hoje na Granja do Torto para montar equações que respeitem as disputas locais sem desequilibrar a aliança nacional.

Em alguns estados, o rompimento já está definido e não há retorno. É o caso da Bahia, por exemplo, onde o ex-diretor da Caixa Econômica Federal Geddel Vieira Lima enfrentará o chefe da Casa Civil do governador Jaques Wagner, Rui Costa. Costa foi oficializado ontem, a despeito do desejo do senador Walter Pinheiro e do secretário de Planejamento, Sérgio Gabrielli, de promover uma prévia interna para a escolha do candidato.

Outro rompimento já conhecido, mas que ganha um capítulo novo neste fim de semana, é o Rio de Janeiro. Desde o início do ano, o senador Lindbergh Farias (PT) tem dito que será o candidato contra o vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), apesar de os esforços do PMDB local de manter a aliança. O senador petista jamais aceitou a reaproximação e defende que o partido desembarque do governo estadual. A debandada aconteceria hoje, mas um telefonema de Lula para Lindbergh sustou o processo. “Um pedido de Lula não pode ser recusado”, garantiu Lindbergh.

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