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Polícia Federal já está em Roma, na Itália, para buscar Pizzolato

Pizzolato foi condenado a 12 anos e sete meses de prisão pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva no julgamento do mensalão, em 2012

Agência Estado
postado em 05/10/2015 19:46

Pizzolato foi condenado a 12 anos e sete meses de prisão pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva no julgamento do mensalão, em 2012

Um delegado e três agentes da Polícia Federal desembarcaram nesta segunda-feira (5/10) em Roma para buscar o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato. Ele deve ser levado pela PF italiana da cidade de Maranello para Roma nesta quarta-feira (7/10) quando será entregue aos policiais brasileiros.

A previsão é que o ex-diretor chegue ao Brasil nesse mesmo dia. Pizzolato será levado a São Paulo em avião de carreira e de lá embarcará num avião da PF para Brasília onde fará exame de corpo de delito e depois seguirá para a penitenciária da Papuda onde cumprirá pena - mesmo endereço que já abrigou outros condenados do mensalão como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (Governo Lula). Uma das agentes que participam da missão é médica.

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Pizzolato foi condenado a 12 anos e sete meses de prisão pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva no julgamento do mensalão, em 2012. Ele fugiu para Itália em 2013 usando passaporte falso em nome do irmão Celso, morto havia mais de 30 anos, e foi preso em fevereiro do ano passado, na casa de um sobrinho, em Maranello.

O ex-diretor ficou até 28 de outubro de 2014 na penitenciária de Módena, quando o Tribunal de Bolonha negou sua extradição ao Brasil. Ele ficou livre até 11 de fevereiro deste ano, quando a Corte de Cassação concedeu a extradição, decisão contra a qual entrou com o pedido de liminar, sem sucesso. Desde então, o condenado no mensalão aguarda preso a decisão sobre seu retorno ao País.

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