[SAIBAMAIS]"Os prazos regimentais serão respeitados, e a partir daí a data será marcada", disse Maia em uma rápida entrevista ontem. Na semana passada, ele tinha afirmado que só trataria da cassação de Cunha após a votação do projeto de renegociação da dívida dos Estados com a União, prevista para hoje.
Articulação
Por temor de retaliações de Cunha, interlocutores do Palácio do Planalto na Câmara trabalham para que a votação do caso dele no plenário da Casa só aconteça após a conclusão do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.
Membro da chamada tropa de choque de Cunha, o deputado Carlos Marun (MS), vice-líder do governo e do PMDB na Câmara, defende que o ideal seria que a votação só ocorresse após as eleições municipais. Para ele, isso aumentaria as chances de Cunha se salvar. "Se fosse voto secreto, ele não seria cassado", diz.