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Polícia Federal indicia Léo Pinheiro, ex-presidente e sócio da OAS

Léo Pinheiro já foi condenado na Lava-Jato, em agosto de 2015, a 16 anos e 4 meses de reclusão por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa



[SAIBAMAIS]Durante cumprimento de busca e apreensão nas primeiras fases da Lava Jato, a PF apreendeu uma nota fiscal emitida pela MO Consultoria contra o Consórcio Sehab em 20 de dezembro de 2010, no valor de R$ 460 mil, e uma nota fiscal emitida em 20 de dezembro de 2010 pela RCI Software e Hardware, no valor de R$ 280 mil, e os contratos celebrados entre o consórcio e a MO Consultoria e RCI Software.

Segundo a Polícia Federal, a documentação apresentada pela Constran aponta que no mesmo dia em que ocorreram as transferências à MO Consultoria e RCI Software (4 de janeiro de 2011), houve um aporte por parte da OAS de R$ 740 mil, para cobrir as transferências de R$ 262.780 e RS 431.710.

A OAS disse que não comentaria o indiciamento de Léo Pinheiro. A assessoria de Kassab afirmou que "o poder público não pode ser responsabilizado por eventuais atos que possam ter sido praticados por empresas ou consórcios empresariais privados" e que a contratação do consórcio seguiu "rigorosamente" a legislação.