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Correio Braziliense

Gabinete de Lúcio Vieira Lima, na Câmara, é alvo de buscas pela PF

Lúcio Vieira Lima é irmão do ex-ministro Geddel Vieira. Ação ocorre a pedido da Procuradoria-Geral da República


postado em 16/10/2017 07:15 / atualizado em 16/10/2017 07:45

Lúcio Vieira Lima: a ação de hoje ocorre por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da PGR(foto: Lucio Bernardo Jr./Camara dos Deputados - 19/9/17)
Lúcio Vieira Lima: a ação de hoje ocorre por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da PGR (foto: Lucio Bernardo Jr./Camara dos Deputados - 19/9/17)
 
A pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), a Polícia Federal (PF) faz buscas, nesta manhã de segunda-feira (16/10), na Câmara dos Deputados Um dos alvos é o gabinete do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, que está preso por tempo indeterminado desde julho no Complexo Penitenciário da Papuda. Agentes da PF chegaram a interditar o acesso ao sexto andar do anexo IV, onde fica o gabinete. As informações são do G1 e do Estadão.

A ação de hoje ocorre por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da PGR, que investiga a ligação do parlamentar com os R$ 51 milhões encontrados em um apartamento em Salvador, que estaria ligado a Geddel. O ex-ministro foi preso após investigadores apreenderem R$ 51 milhões em um imóvel atribuído ao político. A apreensão foi considerada pelo órgão como  uma das maiores já feitas pela corporação.

Em setembro, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10.ª Vara Federal de Brasília, decidiu remeter ao STF a investigação sobre os R$ 51 milhões. O magistrado alegou em sua decisão que ‘há sinais de provas que podem levar ao indiciamento’ do deputado Lúcio Vieira Lima.

No depoimento prestado à PF, o dono do apartamento situado em Salvador onde foram encontrados os R$ 51 milhões, Silvio Antônio Cabral da Silveira, disse que foi Lúcio quem pediu o imóvel emprestado e que o fez em nome da amizade com o parlamentar, embora não conhecesse Geddel.
 
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(foto: Polícia Federal/Divulgação )
 
 
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