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Correio Braziliense

Jungmann e Raquel Dodge participam de cerimônia de comemoração dos 74 anos

A cerimônia para brindar mais um ano de vida da corporação responsável pelas principais operações de combate ao crime organizado no Brasil foi realizada no Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília


postado em 28/03/2018 15:19

(foto: Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press)
(foto: Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press)

 
A Polícia Federal comemora 74 anos nesta quarta-feira, 28/3. A cerimônia para brindar mais um ano de vida da corporação responsável pelas principais operações de combate ao crime organizado no Brasil foi realizada no Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília.

Além do diretor-geral Rogério Galloro, participaram da solenidade o ministro da Segurança Pública Raul Jungmann, a procuradora-geral da República Raquel Dodge e representantes das entidades de classe da PF.

Galloro, 15.º diretor-geral pós-redemocratização, falou aos seus comandados e pregou a união dentro da corporação. "Somos todos PF", afirmou o delegado ao fim de seu discurso.

A história da PF começa no governo de Getúlio Vargas, no Estado Novo. No dia 28 de março de 1944, o então presidente mudou o nome da Polícia Civil do Distrito Federal (à época o Rio de Janeiro), para Departamento Federal de Segurança Pública (DF-SP).

Na década de 60, com a capital em Brasília, o DF-SP, já com atuação em todo território nacional, se uniu à Guarda Especial de Brasília (GEB). Anos depois, em 1967, a corporação passou a se chamar oficialmente Departamento de Polícia Federal (DPF) - nome que possui até os dias atuais.

Para o presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Edvandir Paiva, o momento é de comemoração e reflexão. "É momento de comemorar a credibilidade conquistada pela PF junta a sociedade, mas também é momento de pensar no futuro e lutar para que a corporação tenha proteção legal e constitucional para atuar", afirmou.

Para o delegado, o caminho para alcançar essas garantias é a autonomia da PF. Além disso, Paiva cita a necessidade de se cobrar mais investimentos e a recomposição dos quadros internas.

Jungmann prometeu "mais investimentos na corporação" e afirmou que na próxima semana deve ser produzida uma Medida Provisória que destinará mais recursos ao Ministério da Segurança Pública e à PF.

O ministro falou da importância de a PF trabalhar "de forma integrada com outras forças de segurança e instituições que atuam na segurança pública".

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