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Correio Braziliense

Reforma ministerial se encerrou; nove ministros deixam o governo

A expectativa é que os sucessores sejam empossados na terça-feira


postado em 07/04/2018 06:00 / atualizado em 07/04/2018 06:40

(foto: Evaristo Sa/AFP)
(foto: Evaristo Sa/AFP)

 
A reforma ministerial se encerrou. Após semanas de discussões, o presidente Michel Temer exonerou ontem nove ministros. Deixaram os cargos Mendonça Filho (DEM), da Educação; Leonardo Picciani (MDB), dos Esportes; Marx Beltrão (MDB), do Turismo; Henrique Meirelles (MDB), da Fazenda; Sarney Filho (PV), do Meio Ambiente; Helder Barbalho (MDB), da Integração Nacional; Osmar Terra (MDB), do Desenvolvimento Social; Fernando Coelho Filho (MDB), de Minas e Energia; e Dyogo Oliveira, do Planejamento. As pastas dos Transportes e da Saúde já haviam sido mudadas. Com isso, o ajuste nos comandos na Esplanada dos Ministérios terminou. Pelo menos por ora.

Há dois dias, havia a expectativa de que o ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD), também abandonasse o posto. O auxiliar, no entanto, confirmou que permanece no cargo. A manutenção do partido foi bem recebida pelo governo, pois assegura um nome forte dos peessedistas sob o guarda-chuva da coligação governista.

A expectativa é que os sucessores sejam empossados na terça-feira. Na Fazenda, no Planejamento, no Desenvolvimento Social e nos Esportes, os atuais secretários executivos: Eduardo Guardia, Esteves Colnago, Alberto Beltrame e Fernando Boeschenstein assumem as pastas, respectivamente. Mendonça Filho desembarcou do governo, mas quem deve assumir a pasta é o secretário de Educação Básica, Rossieli Soares da Silva. A secretária executiva Maria Helena Guimarães, ligada ao PSDB — que não integra mais a base governista — foi cogitada, mas deve ser preterida.

Na Integração Nacional, assume o atual secretário de Infraestrutura de Recursos Hídricos da pasta. O ministério do Turismo será comandado pelo presidente da Embratur, Vinícius Lemmertz. Já a pasta de Minas e Energia deve encontrar uma solução caseira. A expectativa é de que o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, assuma a cadeira. Já o Meio Ambiente ainda aguarda uma definição.

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