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Correio Braziliense

PT continua mobilizado em Curitiba e faz reunião para candidatura de Lula

A legenda reúne sua Executiva Nacional na sede estadual do partido no Paraná. A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, afirmou que o último recurso de Lula no âmbito judicial estará no STF


postado em 09/04/2018 07:40

Show por #Lulalivre no Acampamento da Democracia em Curitiba, na frente do prédio da Polícia Federal (foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)
Show por #Lulalivre no Acampamento da Democracia em Curitiba, na frente do prédio da Polícia Federal (foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula)


Com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba desde a noite de sábado (7/4) os apoiadores do petista aguardam a vinda de mais manifestantes para a área onde estão concentrados próximo ao prédio da PF.

Ao mesmo tempo, esta segunda-feira (9/4), deve ser marcada pelas discussões do PT sobre os próximos passos a serem dados na tentativa de livrar Lula da prisão e insistir na manutenção da pré-candidatura do ex-presidente ao Planalto.

A legenda reúne sua Executiva Nacional na sede estadual do partido no Paraná a partir das 14h. No domingo (8/4) a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que o último recurso de Lula no âmbito judicial estará no Supremo Tribunal Federal (STF). A pressão está sobre a ministra Rosa Weber, que pode inverter um placar e votar contra a possibilidade de prisão após segunda instância na próxima quarta-feira (11/4).

Enquanto isso, dois advogados de Lula que estão na capital paranaense, Cristiano Zanin Martins e Sigmaringa Seixas, fazem interlocução direta com o petista. Os aliados começarão uma negociação para que Lula possa receber visitas de parlamentares

Nesta segunda-feira, há expediente normal na Superintendência da Polícia Federal. A Polícia Militar, que isola o entorno do prédio, pedirá documentos comprovando o agendamento de serviços, como a retirada de passaportes, para que visitantes acessem ao local. A Justiça proibiu manifestantes de ficarem na área e impedirem o trânsito de pessoas.

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