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Correio Braziliense

Justiça do DF nega pedido de prisão preventiva contra Cunha, Geddel e Rocha

Além deles, MPF também pediu a prisão preventiva contra o Coronel Lima e o ex-presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves


postado em 11/04/2018 16:49 / atualizado em 11/04/2018 17:21

Eduardo Cunha está preso e é acusado de integrar grupo criminoso que desviava dinheiro de empresas como Petrobras e Caixa Econômica Federal(foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)
Eduardo Cunha está preso e é acusado de integrar grupo criminoso que desviava dinheiro de empresas como Petrobras e Caixa Econômica Federal (foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)
 
 
O juiz Marcus Vinicius Reis, da Justiça Federal de Brasília, indeferiu um pedido de prisão preventiva contra políticos acusados de integrarem um esquema de corrupção para desvio de dinheiro de empresas públicas. Entre os acusados neste processo, estão o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, Rodrigo Rocha Loures, o coronel aposentado da Polícia Militar João Batista Lima Filho e o ex-presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves. Os réus que já estão presos, em decorrência de outras decisões, permanecem na cadeia.

Ao solicitar o encarceramento, o Ministério Público Federal afirmou que "a organização criminosa integrada por eles não foi completamente desmontada", mesmo com a atuação das autoridades. O MPF afirma que diante da nomeação de novos dirigentes para a Caixa Econômica Federal, os acusados podem voltar agir criminosamente, "sob estreita atuação do líder da organização criminosa, Michel Temer", destacam o órgão.

Ao analisar o caso, o juiz Marcus Vinicius avaliou que "a alegação de que os novos dirigentes pode atuar criminosamente carece de demonstração. O magistrado então negou as prisões, destacando que não existe prejuízo para nova decisão, caso surja algo novo na ação.

Eduardo Cunha, Lúcio Funaro, Henrique Alves, José Yunes, Coronel Lima e Altair Alves são acusados de integrar um grupo criminoso que desviou dinheiro de empresas como a Caixa Econômica Federal e a Petrobras. 

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