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Correio Braziliense

Alckmin promete governo reformista para retomar crescimento do país

"Estou ciente da minha responsabilidade e missão. A mensagem do povo é clara: o Brasil precisa mudar", afirmou o tucano


postado em 04/08/2018 14:57

(foto: Reprodução/Facebook)
(foto: Reprodução/Facebook)
 
O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, prometeu fazer uma reforma política, tributária e de Estado. Em discurso após a confirmação dele como candidato do partido, ele declarou que promoverá uma reforma de Estado para que o Brasil volte a crescer. “Estou ciente da minha responsabilidade e missão. A mensagem do povo é clara: o Brasil precisa mudar”, destacou.

As mudanças, pondera Alckmin, apontam para uma reforma política. “É preciso diminuir o número de partidos”, declarou. Além do número de legendas, ele sustentou que é preciso diminuir o tamanho do Estado. Para isso, promoverá uma reforma tributária e de Estado. “Ninguém mais aguenta um Estado caro, corporativista, que sofre com brasileiros e brasileiras por meio de carga tributária. Ninguém mais tolera o Estado infestado pela corrupção”, declarou. 

Com a reforma de Estado, ele acredita que o Brasil voltará a crescer e acabar com a ineficiência. “Que nos amarra e sufoca a capacidade de brasileiras e brasileiros de empreender, inovar e criar. A ineficiência penaliza aqueles que investem, produzem e geram emprego”, disse.

O presidenciável tucano não detalhou como pretende fazer isso caso seja eleito presidente. Destacou apenas que planeja desburocratizar e destravar a economia. “Vamos reformar o Estado, pois queremos o que o povo quer. Um Estado eficiente, que sirva aos cidadãos, e não um estado que continue a servir aos plutocratas e sangue-sugas do corporativismo”, afirmou. 

Para atingir esse objetivo, ele ressaltou a importância de ter fechado a coligação com o centrão — bloco formado por PP, DEM, PR, PRB e Solidariedade —, além do PTB, PSD e PPS. “Buscamos ampla aliança com vários partidos que nos darão o voto que precisamos para aprovar as reformas no Congresso”, justificou Alckmin. Sobrou até alfinetadas aos rivais, que desqualificam a aliança firmada. “Aqueles que dizem que aprovarão reformas sem apoio da ampla maioria dos partidos mentem ao povo. E mentira tem perna curta. O Brasil está cansado de demagogia e populismo.”

Em caso de vitória, a aliança proporcionará um novo jeito de governar, garantiu Alckmin. “Vamos mudar o jeito de fazer política deste país para que nunca mais façam o que fizeram com a política. Alguns dizem que eu seria um bom presidente, mas não sou o candidato com a dose certa de pimenta. Mas essa eleição não é para candidato. É eleição para presidente”, declarou. 

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