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Correio Braziliense

Em campanha no DF, Boulos diz que sistema de governo "está podre"

'Nossa candidatura se construiu com pé no barro, sem discurso ensaiado, com discurso verdadeiro. A luta por direitos sociais é nossa prioridade', disse em comício


postado em 15/09/2018 15:56

Guilherme Boulos (Psol)(foto: Bernardo Bittar/CB/D.A Press)
Guilherme Boulos (Psol) (foto: Bernardo Bittar/CB/D.A Press)
Em campanha no Distrito Federal, o candidato à Presidência da República Guilherme Boulos (Psol) fez críticas aos privilégios na sociedade e na política. “Nossa candidatura se construiu com pé no barro, sem discurso ensaiado, com discurso verdadeiro. A luta por direitos sociais é nossa prioridade.” Em comício sobre corte de provilégios, Boulos disse que o nosso sistema de governo “está podre”.

A promessa de implementar uma espécie de “poder popular” em seu governo fez com que o candidato criticasse duramente “a política dos últimos 30 anos”. Boulos citou o “toma lá da cá” entre Executivo e Legislativo, segundo ele, visto no golpe — processo que culmimou no impeachment de Dilma Rousseff, em 2016. Guilherme Boulos afirmou que plebiscitos e referendos são duas maneiras de colocar o povo para ajudar nas decisões mais importantes do país.

“Se ganhar a Presidência da República não vou governar de dentro de uma sala. A ideia é ir para a rua. Se me impedirem, vou para a televisão chamar o povo para se mobilizar”, disse o candidato do Psol. Guilherme Boulos passa o dia no Distrito Federal, onde cumpre agenda em Ceilândia e no Sol Nascente. 


Tempo de tevê


Sobre a propaganda eleitoral no rádio e na tevê, Boulos alfinetou candidados da “velha política”, citando Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano tem mais de metade do tempo de tevê e dezenas de inserções diárias. “Temos que democratizar os meios de comunicação. Esse formato é ultrapassado, as pessoas só falam o que querem, esquecem de falar sobre temas delicados que o eleitor quer saber”, detalhou. 

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