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Correio Braziliense

Administradora de página contra Bolsonaro é agredida; PSol exige apuração

Após levar socos e coronhadas, Maria Tuca Santiago foi atendida no Hospital Municipal Evandro Freire. Polícia Civil investiga o caso


postado em 25/09/2018 17:26 / atualizado em 25/09/2018 17:27

Página no Facebook da qual Maria Tuca é uma das administradoras: mais de 3 milhões de membros(foto: Reprodução)
Página no Facebook da qual Maria Tuca é uma das administradoras: mais de 3 milhões de membros (foto: Reprodução)
O PSol emitiu, nesta terça-feira (25/9), uma nota exigindo a apuração de agressão contra uma das administradoras da página no Facebook Mulheres Unidas contra Bolsonaro. Segundo o partido, Maria Tuca Santiago, que também coordena a campanha de Sérgio Ricardo Verde a deputado estadual, foi atacada por três homens armados na noite de segunda-feira, no Rio de Janeiro. Os suspeitos estariam em um táxi e a teriam agredido com socos e coronhadas, além de levar seu celular. 
 
 
 
Maria foi atendida no Hospital Municipal Evandro Freire, na Ilha do Governador. Em seguida encaminhada para a 37ª Delegacia de Polícia, na Estrada do Galeão. De acordo com o boletim divulgado pela Polícia Civil, "foi instaurado um procedimento investigatório e diligências estão em andamento em busca de imagens de câmeras de segurança instaladas na região para tentar identificar a autoria do fato". 
 
Na nota, a Executiva Nacional do PSol repudia o ataque e exige das autoridades a apuração e punição imediata contra os autores do ato. "A Executiva Nacional do PSOL repudia essa agressão covarde e exige das autoridades apuração e punição imediata contra os autores desse ato. Nos colocamos ao lado dos que defendem uma eleição livre de agressões e violência. Temos certeza de que as mulheres não se intimidarão com mais agressão e farão do dia 29 um marco histórico contra o machismo e a intolerância", afirma o texto. 


Mulheres contra Bolsonaro

Um dos maiores grupos contra o candidato do PSL no Facebook, o Mulheres Unidas Contra Bolsonaro, ultrapassa a marca de 3 milhões de integrantes. No próximo domingo (29/9), as organizadoras pretendem fazer marchas em vários estados do país para protestar contra as falas do presidenciável.

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