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Correio Braziliense

De boates a lojas maçônicas, conheça os locais de votação do Brasil

Com mais de 93 mil endereços de votação mapeados, levantamento destaca os 15% que não são escolas ou creches. A maior parte dos bancos, clubes e igrejas está nas regiões Sul e Sudeste. Minas e Nordeste concentram lojas maçônicas


postado em 07/10/2018 08:28 / atualizado em 07/10/2018 12:51

 

(foto: Miguel Schincariol/AFP)
(foto: Miguel Schincariol/AFP)

 

Nas grandes cidades, instituições de ensino são os principais pontos de votação. Mas Brasil adentro, delegacias, bancos, hospitais, igrejas e lojas maçônicas são utilizados como espaço eleitoral.

Levantamento do jornal O Estado de S. Paulo aponta 481.486 seções de votação no país. Aplicando-se um filtro por endereço e removendo-se as duplicatas, chega-se a uma listagem com 93.306 locais de votação. A categoria de propriedades ligadas à educação, como faculdades, escolas e creches, sozinha, soma 85% de todos os pontos apurados. Os demais reúnem lugares curiosos:

Clubes

O Iate Clube de Fortaleza, fundado em 1954, é palco das festas de Réveillon a eventos corporativos, além de balada e restaurante. Hoje, porém, receberá 2.372 eleitores cearenses que irão votar em seis urnas. Este é um dos 695 clubes que servirão de espaço eleitoral.

Maçonaria

Ana Sinara, de 42 anos, é analista de sistemas e desde que tirou seu título de eleitor vota na loja maçônica de Morada Nova (CE). Ela afirma não ter problema ou restrição por ser mulher. Segundo Ana, as salas de reunião dos maçons ficam fechadas durante a votação.

Turismo

O Monumento Natural das Árvores Fossilizadas do Tocantins abriga a principal floresta fossilizada do mundo. Com 32 mil hectares, o espaço de conservação natural é usado para votação. A cidade tem pouco mais de 5 mil eleitores e 21 pontos de votação.

Igrejas

A Paróquia São João Batista, em Santos, receberá hoje eleitores e devotos. Apenas o salão nos fundos da igreja ficará destinado à votação. O restante do local manterá suas atividades, incluindo a tradicional missa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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