Publicidade

Correio Braziliense

Coronel Marcos Rocha (PSL) vira a disputa e é eleito governador de Rondônia

Rocha reproduz o discurso de Jair Bolsonaro eleito Presidente da República pelo PSL


postado em 28/10/2018 19:39 / atualizado em 28/10/2018 19:42

(foto: Reprodução/Facebook)
(foto: Reprodução/Facebook)

Rondônia teve virada em relação ao primeiro turno. O coronel reformado Marcos Rocha, do PSL, saiu do posto de segundo lugar e foi eleito com 65,95% dos votos. Seu adversário, Expedito Júnior, do PSDB, ficou bem atrás com 34,05%. Os dados são referentes a 87,01% das urnas apuradas naquele estado. Os dois candidatos declaram apoio ao candidato à presidência da república Jair Bolsonaro, que também é do PSL.

Com a vitória do Coronel Marcos Rocha concretizada, Rondônia entrará para a lista dos dos estados que, hoje, tiveram virada significativa do primeiro para o segundo turno. Marcos Rocha ficou em segundo lugar no primeiro turno com 23,99% dos votos, enquanto seu adversário, Expedito, era o favorito para assumir o governo do estado durante toda a apuração, que terminou apontando 31,59% da intenção de votos para o candidato do PSDB.
 
 

Rocha reproduz o discurso de Bolsonaro. Militar reformado de 50 anos de idade, ele protagoniza em suas falas a defesa de políticas de criação de emprego e combate à violência. Ele propõe em seu plano de governo negociar com os prefeitos locais a criação de um programa de geração de empregos e promete a conclusão de obras já em andamento. Além disso, ele pretende articular com o Governo Federal a concretização da saíde para o pacífico, o que pode abrir novas oportunidades para a economia da região. 

Outra proposta defendida pelo governador eleito é a militarização nas escolas. Segundo ele, atualmente, os professores não conseguem trabalhar devido ao perigo que estão sujeitos. Em entrevista para a Rede Globo, Rocha defendeu que as melhores escolas no país são as militares. “Honrar a bandeira, fazer uma oração, respeitar os símbolos nacionais, cantar o hino de Rondônia, cantar o hino do nosso país. Enfim, são questões de nacionalidade, entendeu, que precisa ser resgatada nas nossas crianças”, disse em entrevista. 
 
* Estagiário sob supervisão de Anderson Costolli

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade