Publicidade

Correio Braziliense

Transição começa com 22 indicados para áreas econômica e de infraestrutura

Os técnicos indicados devem ter a nomeação publicada nesta quinta-feira (1/11)


postado em 31/10/2018 18:40 / atualizado em 31/10/2018 18:52

Lorenzoni entregou a lista com os nomes ao ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (foto: Evaristo Sa/AFP)
Lorenzoni entregou a lista com os nomes ao ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (foto: Evaristo Sa/AFP)

A transição entre governos começou oficialmente nesta quarta-feira (31/10). O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), indicado para ser o ministro-chefe da Casa Civil no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), entregou hoje ao atual titular da pasta uma lista com 22 nomes para compor o gabinete de transição. São técnicos que irão compor cargos de confiança para coletar informações e trabalhar na construção da futura gestão. 

Os técnicos indicados até o momento devem ter a nomeação publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira. Lorenzoni não confirmou nenhum nome, mas assegurou que são profissionais com experiência nas áreas de economia e infraestrutura. “São as duas áreas que concentram o maior número de técnicos”, afirmou o futuro chefe da Casa Civil. 

Na próxima semana, Bolsonaro estará em Brasília, onde se encontrará com o presidente Michel Temer e iniciar formalmente o processo de transição. O pesselista também irá dar as primeiras sinalizações em relação à estrutura ministerial e aos principais projetos, programas ou áreas que vai determinar para que a equipe de transição foque como prioridade. 

Por ora, o gabinete de transição de Bolsonaro atuará com os apenas 22 nomes indicados. No entanto, à medida em que o presidente eleito estruturar a equipe ministerial, novos técnicos serão nomeados, explicou Lorenzoni. “Na medida em que os ministros sejam nomeados, serão trazidos novos técnicos para cada área específica”, sustentou. 

Ao todo, Bolsonaro poderá indicar 50 pessoas para o comitê formal de transição. Todos serão sustentados com recursos do Tesouro Nacional e atuarão como comissionados até a posse do pesselista. Entre os 22 nomes, está o próprio Lorenzoni, que será o coordenador do gabinete de transição. Outros que devem compor são o general Augusto Heleno, cotado para assumir o ministério da Defesa, e o coordenador do programa econômico do governo, Paulo Guedes.

Pelo menos oito cargos serão ocupados por pessoas de confiança de Guedes. O economista escolheu a dedo alguns dos técnicos. Nesta quarta, o mercado financeiro ventilou alguns economistas que deverão compor o comitê de transição. 

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade