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Correio Braziliense

No Rio, populares se aglomeram para ver Moro e pedem prisão de petistas

Após reunião com Bolsonaro, Moro divulgou uma nota afirmando que aceitou o cargo para superministério da Justiça


postado em 01/11/2018 12:12 / atualizado em 01/11/2018 12:02

Enquanto esperava pelo deslocamento, o juiz ouviu muitos gritos de apoio(foto: Mauro Pimentel/AFP)
Enquanto esperava pelo deslocamento, o juiz ouviu muitos gritos de apoio (foto: Mauro Pimentel/AFP)
 

 

O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Lava-Jato em Curitiba, se reuniu com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), na manhã desta quinta-feira (1º/11), no Rio de Janeiro. Sob escolta da Polícia Federal, ele chegou sem dar declarações. Na saída, o juiz federal chegou a descer do veículo onde estava para falar com a imprensa, mas um início de tumulto acabou fazendo com que ele retornasse sem se pronunciar.

Logo após a saída, Moro divulgou uma nota detalhando os termos da proposta e que aceitou o superministério da Justiça. O encontro durou pouco mais de 1h30 e ocorreu na casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste da capital fluminense. O juiz federal desembarcou no Rio às 7h30 e entrou em uma caminhonete da PF ainda na pista de pouso do Santos Dumont.

Durante a reunião entre os dois, muitos curiosos se aglomeraram em frente ao condomínio, que fica em frente à praia da Barra. Isso atrapalhou a saída da comitiva que levava o juiz federal - Moro estava em uma das duas caminhonetes da PF, que ficou cinco minutos parada na saída do conjunto de casas. Foi nesse momento que o juiz saiu para se pronunciar, ao lado de Paulo Guedes, mas acabou voltando.

Enquanto esperava pelo deslocamento, o juiz ouviu muitos gritos de apoio. Alguns pediram para ele "prender o Lindbergh (Farias, atual senador pelo PT do Rio de Janeiro e derrotado nessas eleições quando tentava a reeleição) " e "ir atrás da Narizinho (apelido da presidente do PT, Gleisi Hoffmann)".

 

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(foto: Mauro Pimentel/AFP )
 

 

 

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