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Correio Braziliense

Bolsonaro indica General Fernando Azevedo e Silva para Ministério da Defesa

Como de costume, o anúncio foi feito pelo Twitter, logo após o presidente desembarcar em Brasília. Azevedo e Silva é assessor do ministro e presidente do STF, DiasToffoli


postado em 13/11/2018 09:16 / atualizado em 13/11/2018 10:47

Azevedo e Silva foi exonerado em julho deste ano do cargo de chefe do Estado Maior (foto: YasuYoshi/AFP)
Azevedo e Silva foi exonerado em julho deste ano do cargo de chefe do Estado Maior (foto: YasuYoshi/AFP)
 

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), indicou que o General-de-Exército Fernando Azevedo e Silva vai ocupar o cargo de ministro da Defesa no seu governo, que inicia em 1° de janeiro de 2019. Como de costume, o anúncio foi feito pelo Twitter, logo após o presidente desembarcar em Brasília.


Inicialmente, a pasta seria ocupada pelo general Augusto Heleno. No entanto, há uma semana, Heleno escolheu ir para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), após Bolsonaro demonstrar que preferia o general na função. Desde a desistência, o cargo passou a ser disputado pelo Exército e pela Marinha. Atualmente, a pasta é ocupada pelo general Joaquim Silva e Luna, o primeiro general a ocupar o cargo desde a criação da pasta, em 1999.

 

O general da reserva tem uma extensa atividade nas Forças Armadas, tendo sido até chefe do Estado-Maior do Exército. Atualmente, ele faz parte da assessoria do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli. A indicação ao cargo por um pedido do próprio presidente da Corte ao comandante do Exército, o general Eduardo Villas Bôas.

 

Azevedo e Silva se soma há seis nomes já confirmados por Bolsonaro: Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia), Sérgio Moro (Justiça e Segurança), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Tereza Cristina (Agricultura) e o general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).

 

Ver galeria . 7 Fotos Casa Civil: Onyx LorenzoniJefferson Rudy/Agencia Senado
Casa Civil: Onyx Lorenzoni (foto: Jefferson Rudy/Agencia Senado )
 

 

Jair Bolsonaro terá, em Brasília, dois dias de reuniões. O presidente eleito acompanhará as atividades da equipe de transição, que acontecem no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), e visitar autoridades de estado.

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