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Correio Braziliense

'Não está descartado para ministro da Educação', diz Onyx sobre Mozart

O futuro ministro da Casa Civil disse que o nome para chefiar a pasta da Educação a partir de 2019 será anunciado por Bolsonaro. A expectativa, contudo, é que a divulgação seja feito ainda nesta semana


postado em 22/11/2018 14:43 / atualizado em 22/11/2018 15:18

(foto: Ricardo Lima/Divulgação)
(foto: Ricardo Lima/Divulgação)
  
O ministro da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM), afirmou, nesta quinta-feira (22/11), que o nome do educador e diretor do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves, “não está descartado para o Ministério da Educação”.  No entanto, ressaltou que o nome do futuro ministro ainda está em aberto e só será divulgado pelo presidente eleito. A expectativa é que o anúncio seja feito ainda nesta semana. 

"Na Educação, não há ministro definido. O importante agora é pacificar a educação do país. Qual brasileiro acha que a educação não é importante? Peço paciência para aqueles que acreditam em Bolsonaro a até aqueles que são colocados democraticamente no campo da oposição. Nos permitam trabalhar, com humildade e com fé. A educação terá uma bandeira afirmativa do governo de Bolsonaro", pontuou. 

Onyx comentou ainda as críticas feitas a Mozart. O futuro ministro pediu ainda que a população tenha mais "paciência" na anunciação dos nomes que assumirem as pastas do Executivo no próximo ano. "Lamentavelmente ainda há um terceiro turno dentro do nosso país. As pessoas precisam compreender e vocês [imprensa] são testemunhas de que a gente tem pedido que tenhamos uma trégua e um tempo de paz para poder construir as propostas do novo governo. O Instituto, a própria Viviane Senna e o professor Mozart sofreram uma série de ataques absolutamente desnecessários, indevidos e desconectados do momento que o Brasil vive", destacou. 

O futuro ministro minimizou ainda qualquer tipo de impasse que tenha havido com a bancada evangélica e com congressistas do PSL sobre a escolha de um nome e disse que o assunto "já está superado". "Isso é algo superado. Já ouvimos líderes e parlamentares. Hoje eu recebi cinco ou seis deputados da bancada do PSL. A ansiedade é natural. Eu chamo de uma tensão pré-governo. Quando Bolsonaro disse que não haveria 'toma lá dá cá', dialogamos com parlamentares", comentou. Onyx disse ainda que, no ano que vem, o futuro governo vai construir uma forte ligação com os congressistas para que tenham "atenção e sejam respeitados". 
 

Casamento

 
Onyx saiu do Centro Cultural Banco do Brasil e foi almoçar com Bolsonaro, que também estava no local onde a equipe de transição está instalada. Após o encontro, irá se preparar para o próprio casamento. A cerimônia está marcada para ocorrer nesta noite, no Clube do Congresso. 

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