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Correio Braziliense

Ato falho: Joice Hasselmann diz que Brasil será 'paraíso para bandidos'

Não é o primeiro deslize da parlamentar. No começo do mês, em pronunciamento no plenário da Câmara, ela questionou "quem matou Bolsonaro"


postado em 19/02/2019 15:34 / atualizado em 19/02/2019 15:56

(foto: Reprodução/Twitter)
(foto: Reprodução/Twitter)
 
Em um aparente ato falho, a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) afirmou que "o Brasil será um paraíso para bandidos". A afirmação foi feita nesta terça-feira (19/2), em uma postagem em que a parlamentar comemorava a chegada do pacote anticrime ao Congresso.

"Momento histórico: Sérgio Moro, nosso ministro da Justiça, entrega o pacote anticrime ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia. O Brasil será um paraíso para bandidos. Ao lado dos ministros Onyx Lorenzoni, Paulo Guedes, General Sandos Cruz, Luiz Henrique Mandetta e Damares Alves #MudaBrasil", publicou a deputada. Pouco tempo depois, Joice apagou a postagem e fez uma nova, dizendo que o país "NÃO será um paraíso para bandidos".
 
 

Não é o primeiro deslize da parlamentar. No começo do mês, em pronunciamento no plenário da Câmara, ela questionou "quem matou Bolsonaro". Logo depois, corrigiu para "quem tentou matar o nosso Presidente da República". Então candidato à Presidência, Bolsonaro foi alvo de uma facada em setembro do ano passado, durante ato de campanha na cidade de Juiz de Fora (MG).
 
 

Lei anticrime

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, acompanhado de outros integrantes do primeiro escalão do governo, foi ao Congresso nesta terça-feira para entregar o conjunto de alterações em leis — sobretudo nos códigos Penal e Processual — que ficou conhecido como pacote anticrime.

Antes, o projeto foi assinado por Bolsonaro, em uma solenidade no Palácio do Planalto. Na cerimônia, Moro afirmou que o pacote é uma sinalização de que o governo “não será condescendente com a criminalidade, especialmente a criminalidade mais grave”. O ministro lembrou que a proposta foi uma promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro, e que ainda que o texto trate de medidas pontuais, dividida em três diferentes textos, será suficiente para o combate à corrupção, o crime organizado e o crime violento.

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