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Correio Braziliense

Para acelerar Previdência, Francischini pede para deputados falarem menos

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), tenta negociar com as bancadas a redução do tempo de sessão sobre a nova Previdência


postado em 16/04/2019 12:47 / atualizado em 16/04/2019 13:30

(foto: Paulo Valadares/Câmara dos Deputados)
(foto: Paulo Valadares/Câmara dos Deputados)
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), tenta negociar, de bancada em bancada, a redução do tempo de debate da sessão desta terça-feira (16/4). 

A fim de tentar dar celeridade à discussão do parecer pela admissibilidade da reforma da Previdência, o deputado negocia se a bancada pode retirar alguns nomes da lista de inscrição ou diminuir o tempo de fala. 

No início da sessão, havia mais de 100 inscritos para discursar. A previsão, segundo Francischini, era de que, assim, haveria mais de 24 horas de discussão, o que tornaria as sessões de hoje e de quarta-feira (16/4) muito longas. "Pode vir uma surpresinha boa daí", disse Franscischini.

Em um acordo firmado ontem entre os coordenadores de bancada e o líder do governo na Casa, Major Vitor Hugo (PSL-GO), ficou decidido que a votação do parecer do relator Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG) seria apenas na semana que vem, após o feriado de Páscoa

Pressão de Maia

Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pediu celeridade na discussão e disse que, se fosse o presidente da comissão, as discussões entrariam madrugada a dentro. Ou seja, antes do feriado, que era o desejo do governo.

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