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Correio Braziliense

"Pacto pelo Brasil", define porta-voz da Presidência sobre reunião

Jair Bolsonaro e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do STF, Dias Toffoli, estiveram reunidos na manhã desta terça-feira (28/5) para afinar a sintonia entre os Poderes


postado em 28/05/2019 19:27 / atualizado em 28/05/2019 19:54

(foto: Marcos Correa/PR)
(foto: Marcos Correa/PR)
Em briefing na noite desta terça-feira (28/5), o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, comentou que a reunião do presidente Jair Bolsonaro com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, teve o objetivo de discutir pautas de interesse do futuro do Brasil. Na ocasião, todos se comprometeram em assinar um pacto de metas para afinar a sintonia entre os Três Poderes, o que foi visto como uma resposta do presidente da República tenta dar para reconstruir um diálogo com o Legislativo e o Judiciário federal depois das manifestações de domingo (26/5).

Barros explicou que o encontro transcorreu em um ambiente bastante amistoso, com harmonia e descontração. "As principais pautas discutidas foram pautas afetas aos interesses do futuro do Brasil. Todos estão alinhando pensamentos e ações para alcançarmos o mais rápido possível esse futuro promissor", declarou.

Segundo o porta-voz, as assessorias dos chefes da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal, junto com a da Presidência da República, "trabalharão de forma colaborativa" no teor de um documento que deverá ser firmado na semana posterior à viagem de Bolsonaro à Argentina. "Não há data, mas há intenção. Este documento conterá ações que atendam às expectativas que a sociedade tem sinalizado para os Três Poderes da República. Será um verdadeiro pacto pelo Brasil", afirmou.

O porta-voz do Planalto também leu a carta que Bolsonaro enviou a Alcolumbre solicitando a aprovação pelo Senado da MP 870, que versa sobre a reforma administrativa, até 3 de junho. "Não sendo aprovada, a reforma perederá efeito, resultando em retrocessos que causarão prejuízos a toda a nação brasileira. Solicito, portanto, que as senhoras e senhores senadores aprovem a MP conforme o teto recebido da Câmara dos Deputados. Conclamo a união de esforços de todos os Poderes da República, em nome das demandas autênticas de mudança almejadas por toda a população brasileira", escreveu o presidente.

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