Publicidade

Correio Braziliense

Reforma da Previdência militar pode ser aprovada em setembro, diz Bolsonaro

Segundo o Presidente da República, um acordo junto a Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP) firmou o compromisso de tramitar a PEC 1645/2019 junto à reforma da Previdência


postado em 08/08/2019 16:27

O presidente Jair Bolsonaro e o Vice Presidente General Hamilton Mourão em cerimônia no Palácio do Planalto(foto: EVARISTO SA)
O presidente Jair Bolsonaro e o Vice Presidente General Hamilton Mourão em cerimônia no Palácio do Planalto (foto: EVARISTO SA)
O presidente Jair Bolsonaro acredita que o projeto de lei 1645/2019 da Câmara, a reforma da Previdência dos militares, pode ser aprovada até setembro. É até esta data que ele acredita que o Senado deve concluir a apreciação da reforma previdenciária dos civis, encaminhada nesta quinta-feira (8/8). A expectativa é que ambas matérias possam tramitar ao mesmo tempo.
 
No Congresso, um acordo firmado entre os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), deixou encaminhado o entendimento de tramitar ambos os textos simultaneamente, cada um em uma Casa. O compromisso é de conhecimento de Bolsonaro, que aprovou. “Sim, sim (é possível tramitar em conjunto). A Câmara aprovando a nossa (dos militares), vai pro Senado também, e fica lá até aprovar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Previdência”, destacou. 

No Congresso, um acordo firmado entre os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), deixou encaminhado o entendimento de tramitar ambos os textos simultaneamente, cada um em uma Casa. O compromisso é de conhecimento de Bolsonaro, que aprovou. “Sim, sim (é possível tramitar em conjunto). A Câmara aprovando a nossa (dos militares), vai pro Senado também, e fica lá até aprovar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Previdência”, destacou. 

A opção mais provável no entendimento do capitão reformado, no entanto, é que ambas as reformas possam ser aprovadas juntas. “As duas acabam este ano. Acho que, em setembro, resolve no Senado e resolve a nossa (dos militares) também”, declarou. A expectativa dele é que a matéria tramite na Câmara “sem qualquer percalço”. Mas frisou que os oficiais das Forças Armadas não têm “um montão de coisa” que outros trabalhadores têm, como FGTS e hora extra. “Essa reforma é um pouco diferente das demais, mas é uma carreira -- e não é porque sou (militar) não, não estou sendo corporativista -- que presta um trabalho para o Brasil, independentemente de hora, local ou fora”, enalteceu. 

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade