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Correio Braziliense

Plenário votará posse rural de armas em plenário nesta quarta

Posse será debatida, mas pode ficar para a próxima terça. Presidente da Câmara comentou a agenda pouco antes da instauração da comissão de Saneamento


postado em 21/08/2019 16:19

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados(foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados)
Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados (foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados)
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) afirmou, no início da tarde desta quarta-feira (21/8), que o projeto de posse rural armas será votado hoje. Sobre o porte, haverá debate no plenário. Se não for possível votá-lo hoje, estará na pauta da próxima terça (27). A afirmação foi feita durante coletiva pouco antes da instauração da Comissão de Saneamento.

"O porte, vamos fazer o debate, ver o nível de polêmica no plenário e na sociedade. Se não votar hoje, votamos na terça", afirmou Maia. Sobre a Comissão de Saneamento, o parlamentar disse que ela demorou para começar. "Os prazos atrasaram, mas o governo enviou o projeto. Instalamos a comissão para que a gente possa ampliar o debate", afirmou.

Outro tema abordado foi a privatização da Eletrobrás, que foi discutida mais cedo, na reunião com líderes e o ministro de Economia, Paulo Guedes. "Eu pedi que o governo mostrasse a realidade fiscal do Brasil, a perda permanente de capacidade de investimento e a necessidade de investimento permanente da própria Eletrobrás", explicou.

"Se o governo é controlador, terá que colocar mais recursos. Recursos, o governo diz, de investimentos na área social. Agora, nós vamos pedir para a Eletrobrás abrir o orçamento. Estamos recebendo mensagens dizendo que não é bem assim. Nossa obrigação é ouvir todas as posições", completou. 

O parlamentar também comentou a fala de Guedes a respeito da CPMF. O ministro defendeu um tributo nos moldes do antigo imposto e disse que "pequenininho, não machuca ninguém". Maia foi diplomático ao repercutir a afirmação. "Cada um tem direito a uma posição, e pode ser divergente. O presidente eu sei que continua contra, pelo que eu li hoje, mas cada um tem uma opinião do que é importante para melhorar o sistema. Não necessariamente, a mesma opinião", disse.

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