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Correio Braziliense

Viagem de Bolsonaro à ONU ainda está sob avaliação médica, diz porta-voz

Otávio Rêgo Barros destacou ainda que o presidente apresenta melhora clínica progressiva e segue as orientações médicas quanto à alimentação, fisioterapia, ao descanso e a restrição de visitas e eventualmente, de despachos


postado em 17/09/2019 20:50 / atualizado em 17/09/2019 21:03

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
Durante coletiva na noite desta terça-feira (17/9), o porta-voz da República Otávio Rêgo Barros, afirmou que a viagem do presidente Jair Bolsonaro à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) depende de avaliação médica. Ele passará por uma reavaliação liderada pelo médico António Macedo na sexta-feira (20/9), no Hospital DF Star em Brasília, pela manhã. A previsão é de que a equipe médica se desloque de São Paulo às 7h.

"A viagem do presidente está praticamente definida, mas ainda sob análise da avaliação médica, que ocorrerá na próxima sexta-feira pela equipe do doutor Macedo. A recuperação do presidente é muito positiva, tudo indica que ele dará a confirmação e nós embarcaremos no dia 23 para Nova York", afirmou Rêgo Barros.

O porta-voz destacou ainda que o presidente apresenta melhora clínica progressiva e segue as orientações médicas quanto à alimentação, fisioterapia, ao descanso e a restrição de visitas e eventualmente, de despachos. 

Para a reunião na ONU, a previsão é de que a comitiva de Bolsonaro saia de Brasília às 8h do dia 23 de setembro com chegada prevista para as 16h em Nova York. No dia 24, antes do pronunciamento, haverá encontro do presidente Bolsonaro com António Guterres, secretário geral da ONU. Segundo Rêgo Barros, não estão previstos outros encontros bilaterais.

A partida para Brasília ooorrerá no dia 25 com escala em Dallas, no Texas, onde o presidente encontrará com representante de empresas de tecnologia.A agenda, no entanto, informa, poderá sofrer alterações.


Crise do petróleo

 
Segundo o porta-voz, o presidente Bolsonaro criou um gabinete no Ministério de Minas e Energia (MME) para acompanhar as oscilações internacionais do preço do petróleo. 

“O governo instalou no Ministério de Minas e Energia um gabinete de acompanhamento da situação para manter o presidente informado e para discussão de planos de ação para conter eventuais consequências e reflexos que possam impactar no nosso país”, concluiu.

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