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Correio Braziliense

Professor Israel Batista diz que demonização do funcionalismo é 'infundada'

Deputado federal concedeu entrevista nesta terça-feira (22/10) ao programa CB.Poder, uma parceria do Correio com a TV Brasília


postado em 22/10/2019 16:40 / atualizado em 22/10/2019 17:19

Deputado defende que a estabilidade ''é uma conquista da democracia brasileira''(foto: Reprodução/Youtube)
Deputado defende que a estabilidade ''é uma conquista da democracia brasileira'' (foto: Reprodução/Youtube)
O deputado federal Professor Israel Batista (PV/DF) afirmou que a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público já conta com 235 deputados e 7 senadores. A afirmação foi feita na tarde desta terça-feira (22/10), em entrevista ao programa CB.Poder, uma parceria do Correio com a TV Brasília.

Sobre as principais preocupações dos servidores públicos e o que levou à criação da frente parlamentar, o deputado disse que a demonização do funcionalismo é infundada e que sua origem é a desinformação e a generalização no que diz respeito à qualidade e eficiência do servidor público no Brasil. "Temos um momento de polarização política no qual, para se defender uma tese, são criados adversários e inimigos públicos comuns. Nós queremos um debate em que todos participem."

O deputado defende que a estabilidade do funcionalismo "é uma conquista da democracia brasileira e que permite ao servidor estar mais altivo diante das pressões político-partidárias que ocorrem a cada mudança de governo". Para o parlamentar, os servidores que estão mais submetidos à pressão são os professores das prefeituras municipais do interior que são "pressionados pelo novo prefeito a adotar tal postura." 

Quando perguntado sobre a reforma administrativa proposta pelo governo e a eficiência do serviço público, o professor Israel Batista afirma que a reforma não deve partir do princípio da necessidade de corte de custos e, sim, buscar a eficiência do serviço. "O corte de custo é consequência. Toda reforma feita na busca do corte de custos ela pode descambar em erros crassos e cortes lineares, resultando no que chamamos de economia burra."

Confira à íntegra da entrevista:




* Estagiário sob supervisão de Roberto Fonseca
 

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