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Correio Braziliense

Governo vai criar Conselho da Amazônia para coordenar ações na região

O corpo técnico responsável irá organizar as iniciativas voltadas para a região amazônia de cada pasta


postado em 21/01/2020 13:13

Conselho da Amazônia será coordenado pelo vice-presidente Hamilton Mourão(foto: Operação Verde Brasil/17)
Conselho da Amazônia será coordenado pelo vice-presidente Hamilton Mourão (foto: Operação Verde Brasil/17)
O governo vai criar um grupo de trabalho específico para coordenar as ações de proteção, defesa e desenvolvimento sustentável da Amazônia. A informação foi comunicada pelo presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (21/1), no Twitter. O chamado Conselho da Amazônia será coordenado pelo vice-presidente Hamilton Mourão, que usará sua própria estrutura para cuidar das ações. 

O corpo técnico responsável irá organizar as iniciativas voltadas para a região amazônia de cada pasta. “Terá por objetivo coordenar as diversas ações em cada ministério voltadas para a proteção, defesa e desenvolvimento sustentável da Amazônia”, declarou Bolsonaro. Além dessas medidas, o Conselho da Amazônia também será o responsável por comandar uma Força Nacional Ambiental. 

A estrutura desse agrupamento será semelhante à Força Nacional de Segurança Pública, que ficará voltada à proteção do meio ambiente da Amazônia. A Força Nacional, por sua vez, é composta por policiais militares, policiais civis, bombeiros militares e profissionais de perícia dos estados e do Distrito Federal. Não se sabe, contudo, os responsáveis que integrarão o quadro do futuro órgão. 

O anúncio foi feito por Bolsonaro após a 26ª reunião do Conselho de Governo, grupo que reúne os ministros de Estado para discussão de pautas e estabelecimento de prioridades. É o primeiro encontro desde as festividades de fim de ano. Antes da reunião, ele participou, às 8h, do hasteamento da bandeira nacional. Conversou com populares e questinou, descontraidamente, quando a atriz Regina Duarte, escolhida para chefiar a Secretaria Especial de Cultura, chega ao governo. “E a ‘namoradinha do Brasil’, vem ou não vem?”, brincou. 

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