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Correio Braziliense

"Já que não querem abrir, vou eu abrindo", diz Bolsonaro sobre decreto

Bolsonaro afirmou neste domingo que amanhã (11) colocará outras profissões como atividades essenciais


postado em 10/05/2020 19:29 / atualizado em 10/05/2020 20:05

Na última quinta-feira (07) o presidente editou o decreto e adicionou ao rol de serviços essenciais a construção civil e atividades industriais(foto: AFP / EVARISTO SA)
Na última quinta-feira (07) o presidente editou o decreto e adicionou ao rol de serviços essenciais a construção civil e atividades industriais (foto: AFP / EVARISTO SA)

 
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou neste domingo (10) que amanhã (11) colocará outras profissões como atividades essenciais. Criticando a postura de governadores e prefeitos que tem mantido medidas de restrições, ele disparou: “Amanhã devo botar mais algumas profissões como essenciais, aí. Já que não querem abrir, vou eu abrindo”, declarou a um simpatizante na entrada do Palácio da Alvorada.
 
Na última quinta-feira (07) o presidente editou o decreto e adicionou ao rol de serviços essenciais a construção civil e atividades de produção, transporte e distribuição de gás natural; indústrias químicas e petroquímicas de matérias-primas ou produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas e atividades industriais, obedecidas as determinações do Ministério da Saúde, segundo o texto do documento. 
 
“Outros virão nas próximas horas, nos próximos dias. Porque o que não está no decreto ficou decidido, segundo o Supremo Tribunal Federal, estados e municípios diriam se poderia ou não funcionar essas categorias, então alguns estados e municípios, alguns, não tô brigando com ninguém pelo amor de Deus, no entendimento de muita gente, dos empresários, exageraram. É comum acontecer, faz parte da razão do ser humano, então nós vamos começar a colocar mais categorias essenciais para nós podemos abrir com responsabilidade e observando as normas do Ministério da Saúde, de modo que nós possamos, cada vez mais rápido voltar a atividade normal. Caso contrário, depois da UTI é o cemitério e não queremos isso para o nosso Brasil”, disse após reunião com o ministro Dias Toffoli, no Supremo Tribunal Federal na última semanas.

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