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Correio Braziliense

Bolsonaro vai sobrevoar cidades de Santa Catarina atingidas por ciclone

Presidente se colocou à disposição para auxiliar municípios afetados por ciclone bomba


postado em 02/07/2020 20:38

Tempestades com ventos de até 90 km/h atingiram 135 cidades, destruindo imóveis e causando a morte de ao menos nove pessoas (foto: Defesa Civil/Santa Catarina)
Tempestades com ventos de até 90 km/h atingiram 135 cidades, destruindo imóveis e causando a morte de ao menos nove pessoas (foto: Defesa Civil/Santa Catarina)
O presidente Jair Bolsonaro anunciou que vai sobrevoar, no próximo sábado (4/7), alguns municípios de Santa Catarina que foram atingidos pela passagem de um ciclone bomba nos últimos dois dias.

O efeito natural atingiu os três estados do Sul, mas foi em Santa Catarina onde deixou mais estragos: tempestades com ventos de até 90 km/h atingiram 135 cidades, destruindo imóveis e causando a morte de ao menos nove pessoas na unidade da Federação e o desaparecimento de duas. Até o momento, também foi registrado um óbito no Rio Grande do Sul.

"Sábado agora vamos para Santa Catarina. Tivemos um problema sério lá. Nunca tinha ouvido falar de ciclone bomba", disse o presidente, durante live nas suas redes sociais nesta noite.

Segundo Bolsonaro, os governadores de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná já foram contatados pelo governo federal, que se colocou "à disposição do que for possível para atender a reconstrução de parte da destruição e ajuda humanitária também". 

Bolsonaro espera a presença da bancada de Santa Catarina no Congresso Nacional durante a vistoria ao estado. "Vamos convidar alguns parlamentares para ter um conhecimento melhor do que foi esse estrago", afirmou.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse que o secretário nacional da Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, já está em Santa Catarina e vai "orientar as prefeituras sobre como preencher a papelada para requisitar recursos".

"Estaremos com o senhor sobrevoando a região no sábado, para ter uma ideia das necessidades que aquele estado terá", acrescentou Marinho.

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