A coordenadora Maria de Lourdes Worisch lembra ainda que é preciso estabelecer um fluxo para ser seguido quando é detectado algum colaborador com qualquer sintoma respiratório. “O primeiro passo é afastar por três dias esse colaborador, para fazer uma reavaliação. Se os sintomas permanecerem, a pessoa entra no fluxo das suspeitas de SARS-COV-2 e precisa fazer o teste PCR”, explica. Caso o teste seja positivo, o afastamento precisa ser mantido conforme protocolo institucional.
Para Worisch, “mesmo que, em três dias, o colaborador não tenha mais sintoma ou o teste PCR tenha dado negativo, ainda assim é importante uma nova avaliação por um profissional de saúde antes do retorno às atividades presenciais”.

































