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Estado de Minas BELEZA

As damas de vermelho

Na moda, na tevê ou na música, as ruivas estão dando as cartas e atraindo olhares. Veja o que é preciso para embarcar na tendência


postado em 08/04/2012 08:00 / atualizado em 06/04/2012 19:52

(foto: Reprodução da internet)
(foto: Reprodução da internet)
De repente, uma onda vermelha invadiu as passarelas e os corredores das semanas de moda, tingindo os fios de modelos e celebridades. Aparentemente, o mundo descobriu o charme e a sensualidade dos cabelos de fogo e, como consequência, a cor é tendência forte no inverno. A adepta mais recente é a atriz Elle Fanning, 14 anos, que aposentou a cabeleira loira para viver, em seu novo longa, uma ativista antinuclear. No Brasil, Marina Ruy Barbosa, no ar com a personagem Juliana, da novela Amor eterno amor, é quem tem servido de inspiração para as mulherada encarar a mudança. Outra convertida de destaque é a modelo brasileira Cintia Dicker, que abriu o desfile de Lino Villaventura na última edição da São Paulo Fashion Week.

O tom da vez é quase caramelo, com efeito monocromático. Nada de mechas muito marcadas ou tons demasiado artificiais, avisam os especialistas. No máximo, pontas um pouco mais claras. Uma boa referência é o cabelo da blogueira e apresentadora Julia Petit, adepta dos ruivos discretos. “A cor da Julia é impecável e fica supernatural em mulheres com o tom de pele dela. Quando o tom cai bem na mulher, não importa se mais fechado ou aberto, acaba dando naturalidade ao visual”, analisa a colorista Marília Tambasco, do salão Marcos Proença, em São Paulo. Em geral, a cor cai bem em mulheres de pele clara. “Fica mais natural. Em uma pessoa morena, a cor não valoriza porque pele e cabelo acabam ficando da mesma cor”, avisa o colorista Hugo Nakanishi, do Hélio Diff.

Abandonar o castanho e o loiro não é um passe de mágica. No salão, o processo dura até quatro horas. As loiras-claras vão sofrer um pouco menos — muitas vezes, a coloração é aplicada diretamente nos fios. Já as morenas precisam encarar antes um processo de descoloração para que a cor da tinta não se altere. “As cutículas se abrem nesse processo, recebendo melhor os novos pigmentos”, explica Marília. A escolha do profissional também deve ser criteriosa, principalmente se a candidata à ruivisse já tiver tratado o cabelo com química alguma vez, o que pode influenciar negativamente o resultado final e manchar os fios.

(foto: Valerie Macon/AFP - Luiza Dantas/Carta Z Notícias - Eliana Rodrigues/Divulgação)
(foto: Valerie Macon/AFP - Luiza Dantas/Carta Z Notícias - Eliana Rodrigues/Divulgação)


A reportagem completa você lê na edição nº360 da Revista do Correio

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