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Correio Braziliense PHOTO & GRAFIA

Memórias candangas


postado em 21/04/2013 08:00 / atualizado em 19/04/2013 14:51

(foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press)
(foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press)
Para a brasiliense que nasceu no Hospital Distrital e é três anos mais nova que a capital, as tesourinhas marcaram fases da vida. Na infância, quando as vias eram desertas e havia pouquíssimos moradores, tios audaciosos se divertiam fazendo o carro voar pelos viadutos — tobogã candango, frio na barriga! Tempo sem atrações, quando a cidade era um grande autorama. Na adolescência, as divertidas pedaladas na descida e o sofrimento nas subidas.

(foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press)
(foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press)

Começar a dirigir e o trauma de fazer o controle de embreagem com o trânsito parado no fim da ladeira, pior para quem dirigia um opala de três marchas (o câmbio era no volante e, volta e meia, encavalava). A sorte que era uma época em que dava para descer do carro, abrir o capô e arrumar sem levar buzinadas. Estranho hoje é ouvir alguém dizer que se perde nos anéis e que não sabe para que servem as tesourinhas.

(foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press)
(foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press)

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