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Estado de Minas ENTREVISTA

Daniella Cicarelli: sempre em ação

Aos 34 anos, a ex-modelo pode ser considerada uma atleta. Mãe de um bebê de 4 meses, concilia uma puxada rotina de atividades físicas com a maternidade e a atuação como jurada em um programa de caça-talentos


postado em 05/05/2013 08:00 / atualizado em 03/05/2013 15:38

(foto: Luis Tajes/CB/D.A Press)
(foto: Luis Tajes/CB/D.A Press)


Triatleta, apresentadora de televisão e mãe de primeira viagem. A ex-modelo Daniella Cicarelli, 34 anos, ainda não sente o peso da rotina e continua a esbanjar beleza — mesmo sem maquiagem. Feliz e satisfeita com o momento pessoal e profissional, a bela de 1,80m de altura e 63kg passou por Brasília em 21 de abril, aniversário da capital, e falou com exclusividade para a Revista do Correio. Ela admitiu não ter tempo de fazer tudo o que gostaria em sua atual fase de vida. Mas, após correr 5km na maratona de revezamento promovida pelo Correio, na Esplanada dos Ministérios e no Setor de Clubes Esportivos Norte, a musa mostrou disposição e muita simpatia com fãs e curiosos que lhe acompanharam durante aquela manhã de domingo.

Sob forte calor, Cicarelli revelou ter um carinho especial por Brasília, mas reclamou do clima da cidade, “muito seco”. Fã de esporte e de música — pratica atividade física desde criança e trabalhou na MTV durante sete anos —, a ex-modelo se tornou mãe há quatro meses. Ana Beatriz é fruto do casamento com o engenheiro Frederico Schiliró. Com a rotina repleta de compromissos, ela conta que amamenta sua “pequena” sempre que pode.


Para manter a forma, você segue alguma dieta?
Sou fã de esporte e inimiga número um de dieta. Treino bastante. Imagina eu chegar aqui e ficar: “Ai, vou comer isso”. Sempre brinco e falo que caloria, se você come contando-a, você pega todas. Mas quando você come desencanada, você não pega. Eu não fico marombando, comendo proteína, dez ovos por dia… Nada disso. Mas eu faço um pouquinho para aguentar correr e pedalar.

Você toma suplemento?
Às vezes, compro um suplemento alimentar de proteína. Tomo, mas depois enjoo e paro. Como a cada três horas porque morro de fome. Sou esfomeada. Sempre estou com uma mochilinha ou uma bolsa com comida. Gosto de massa. Chocolate para mim está ali com a corrida: me dá uma sensação de bem-estar. É difícil ouvir falar de alguém que não gosta de chocolate.

Como é a rotina da vida esportiva?
Eu faço triatlo (corrida, natação e ciclismo). Segunda, quarta e sexta-feira, corro e nado. Terça e quinta, pedalo e faço musculação. Sábado, corro e pedalo. E domingo, só corro. Tenho uma assessoria esportiva de triatlo. Teoricamente, a cada 10 dias eu teria um day off (dia de folga). Só que aí eu deixo o dia, por exemplo, que eu trabalho, tenho que viajar, tenho que gravar como o dia de folga. Quando não treino, o dia tem 48 horas: demora a passar. Realmente é um vício.

Por que a corrida é um dos seus esportes prediletos?
A corrida é a melhor coisa do mundo. É a coisa mais prática. Quando você viaja a trabalho, você coloca o tênis na mala e corre na esteira no hotel. Você corre em volta do hotel. A corrida é o mais prático, o mais legal e o mais eficiente também.

Você malha pesado?
Faço musculação. As pessoas acham que é só para ficar marombada. Mas não. A musculação tem que ser feita para não sentir dor. Porque à medida que você vai ficando mais velho, você vai perdendo muito músculo. Então, você tem que fazer para não sentir dor nas costas, na lombar. Comecei a frequentar academias com 15, 16 anos. Malhava e lutava. Mas eu corro há 12 anos.

Leia a entrevista completa na edição nº 416 da Revista do Correio.

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