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Correio Braziliense CASA

Técnica inglesa do século 19 garante um charme a mais em ambientes

Técnica para a confecção de acolchoados e almofadados garante um charme a mais em ambientes de todos os estilos


postado em 19/11/2017 07:00 / atualizado em 17/11/2017 17:22

Tons sóbrios marcam a clássica proposta assinada pelo arquiteto André Alf. O capitonê ganha destaque no espaço de leitura e convivência, que tem como objetivo acolher e instigar a permanência. O espaço de 80m² traz tom amadeirado predominante, evidenciado por iluminação especial. O projeto une ainda a beleza de diferentes estilos, com uma mescla harmônica de mobiliário clássico e moderno.(foto: Jomar Braganca/Divulgacao)
Tons sóbrios marcam a clássica proposta assinada pelo arquiteto André Alf. O capitonê ganha destaque no espaço de leitura e convivência, que tem como objetivo acolher e instigar a permanência. O espaço de 80m² traz tom amadeirado predominante, evidenciado por iluminação especial. O projeto une ainda a beleza de diferentes estilos, com uma mescla harmônica de mobiliário clássico e moderno. (foto: Jomar Braganca/Divulgacao)

 
Em alta na decoração, nas décadas de 1950 e 1960, o capitonê — uma técnica de confecção de origem inglesa — revestiu sofás e enfeitou ambientes dos mais simples aos mais clássicos. Hoje, o material volta ao cenário do décor com uma nova roupagem. O estilo é o mesmo, mas as texturas, agora mais diversificadas, podem ser aplicadas em móveis, paredes e até cabeceiras, dando mais destaque ao projeto.

A volta do capitonê está ligada à valorização do trabalho artesanal, de acordo com a arquiteta Renata Gomes. “O que antes era padronizado aparece com variações de formatos e materiais, como veludo ou couro, quadrados ou losangos.” O importante, afirma, é usar o material com moderação, para que o ambiente não fique carregado. “É um elemento de forte presença, mas pode causar um efeito deselegante quando não é usado de forma adequada.”

Assim, para que o espaço fique harmonioso, a dica é apostar em um cômodo clean, com móveis de linha mais reta. Dessa forma, segundo Renata, cria-se um contraste com os elementos que compõem a decoração, e o capitonê recebe o destaque tão merecido. Há também a possibilidade de usá-lo com cores um pouco mais marcantes, que dão destaque ao revestimento, deixando-o como o detalhe mais imponente da decoração.

Linda Martins e Cris Araújo, designers de interiores do escritório Maraú Design Studio, asseguram que o elemento vai bem em todos os estilos. Apesar de ser comumente utilizado em ambientes de toque romântico, com móveis mais desenhados e rebuscados, é possível mesclá-lo aos estilos contemporâneos.
O projeto da arquiteta Kely Carvalho combina conforto e sofisticação. A profissional optou por explorar a cabeceira da cama e torná-la aconchegante. %u201CO quarto conta com tons pautados em nobreza e um luxuoso mobiliário, que funcionam como ímãs para o relaxamento e o bem-estar%u201D, afirma. Os tons mais claros garantem ainda sensação de amplitude ao espaço de descanso.(foto: Edgard Cesar/Divulgacao)
O projeto da arquiteta Kely Carvalho combina conforto e sofisticação. A profissional optou por explorar a cabeceira da cama e torná-la aconchegante. %u201CO quarto conta com tons pautados em nobreza e um luxuoso mobiliário, que funcionam como ímãs para o relaxamento e o bem-estar%u201D, afirma. Os tons mais claros garantem ainda sensação de amplitude ao espaço de descanso. (foto: Edgard Cesar/Divulgacao)
A tendência do momento, de acordo com as profissionais, é o capitonê nos quartos de bebê ou em pontos localizados dos ambientes. “Além da beleza e da sofisticação que o capitonê carrega, o isolamento térmico e acústico que ele confere, quando aplicado em cabeceiras, tem sido fundamental na escolha para decorar os quartos”, explicam.

Quem opta por esse recurso, no entanto, deve saber que o cuidado primordial é com a limpeza. Caso o capitonê seja aplicado em tecido de couro, lona ou napa, a higienização deve ser feita com uso de água e detergente neutro. Se o tecido for de veludo ou camurça, uma opção é passar o aspirador de pó e, em seguida, um pano seco. “A limpeza adequada permitirá que o capitonê se mantenha belo por muito mais tempo”, garante Renata.

A arquiteta Renata Gomes, em parceria com Ivana Andrade e Vanessa Lacerda, apostou no capitonê para revestir todo o berço, proporcionando mais segurança ao bebê. Ao ser colocado na cor azul, segundo as profissionais, o elemento se destacou ainda mais na composição.(foto: Gustavo Xavier/Divulgacao)
A arquiteta Renata Gomes, em parceria com Ivana Andrade e Vanessa Lacerda, apostou no capitonê para revestir todo o berço, proporcionando mais segurança ao bebê. Ao ser colocado na cor azul, segundo as profissionais, o elemento se destacou ainda mais na composição. (foto: Gustavo Xavier/Divulgacao)

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