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Correio Braziliense SAÚDE

Mesmo nas relações estáveis, a camisinha nunca deve ser deixada de lado

O uso do preservativo, masculino ou feminino, protege contra as DSTs


postado em 10/06/2018 07:00

A camisinha é um dos maiores símbolos de segurança e prevenção. Ainda assim, o utensílio é comumente abandonado quando a relação entre os casais se torna estável ou até esquecido no calor do momento. Apesar das diversas recomendações, notícias e tutoriais, dados de 2016 do Ministério da Saúde apontaram que 60% dos jovens usam a proteção na primeira relação e apenas 30%, quando o parceiro se torna fixo. Hoje, mesmo sem dados atualizados do órgão, especialistas garantem que os números ainda são preocupantes.

Janaína Sturari, ginecologista e diretora médica do Hospital Santa Lúcia Norte, reforça que a camisinha é o único método que protege contra a maioria das doenças sexualmente transmissíveis, conhecidas como DSTs. “Mesmo nas relações estáveis, ela não deve ser deixada de lado. Vale lembrar que algumas dessas doenças não têm cura e podem levar à morte.” Segundo ela, os níveis de contaminação do vírus HIV e da sífilis sofreram aumento significativo no último ano, principalmente entre a população jovem.

A solução parece simples: buscar inovação e apimentar a relação. O mercado oferece uma série de preservativos que tendem a agradar os mais diferentes gostos — dos mais finos aos com sabor e até mesmo textura, sem oferecer risco nenhum. “Se liberados pela Anvisa, eles oferecem o mesmo nível de proteção que os preservativos tradicionais”, garante Janaína.

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