Publicidade

Correio Braziliense CASA

Teto decorado passa levar charme ao ambiente

Com texturas e cores diferentes, o teto deixa de ser uma estrutura meramente funcional e ganha destaque na decoração


postado em 11/11/2018 08:00 / atualizado em 09/11/2018 19:19

Refúgio do campo: O quarto de campo, projetado pela arquiteta Fernanda Altenbernd, teve como objetivo garantir conforto e aconchego ao ambiente. No teto, a profissional usou tecidos, proporcionando uma ideia de mosquiteiro, com uma iluminação diferenciada. Fernanda ainda comenta que o projeto traz um excesso de elemento para o teto, com o propósito de deixar a cama mais solta, proporcionando mais leveza ao ambiente. (foto: Edgar Cesar/Divulgação/ Mostra Mainline )
Refúgio do campo: O quarto de campo, projetado pela arquiteta Fernanda Altenbernd, teve como objetivo garantir conforto e aconchego ao ambiente. No teto, a profissional usou tecidos, proporcionando uma ideia de mosquiteiro, com uma iluminação diferenciada. Fernanda ainda comenta que o projeto traz um excesso de elemento para o teto, com o propósito de deixar a cama mais solta, proporcionando mais leveza ao ambiente. (foto: Edgar Cesar/Divulgação/ Mostra Mainline )
Tinta, quadro, revestimento de madeira são, geralmente, vistos em paredes, mas quem disse que não podem ser usados de uma forma ainda mais criativa? Especialistas têm explorado potencial dos tetos para receber esses diferenciais e dar um charme a mais à decoração. 

Aos poucos, os tetos deixam de ostentar apenas lustres e passam a ter novas cores e texturas. Seja para personalizar o ambiente, seja para dar uma linguagem nova ao local, essa parte do cômodo tem ganhado atenção especial. A arquiteta Simone Turíbio Brígido, do escritório Choque Arquitetura e Design, afirma, no entanto, que são os ambientes comerciais que mais têm ousado com os tetos diferentes. “Se usar bem os contrastes e todos os elementos da decoração, nem é preciso um pé direito alto. Também é possível usar cores bem escuras.”

A arquiteta Fernanda Altenbernd, do Due Arquiteto, concorda. Apesar de ter conquistado um bom público, incluir o teto na decoração residencial é algo que ainda está engatinhando. “Muitos clientes ainda têm resistência, por ficarem com medo de enjoar. Outros são mais clássicos e não gostam”, comenta.   

Fernanda conta que há diversas formas de usar o teto na decoração. Desde detalhes de gesso à cobertura de madeira ou uma iluminação diferenciada. “Se a pessoa tem uma laje e não quer um forro em gesso e, sim, uma iluminação legal, é possível fazer uma estrutura metálica iluminada. Você faz um trilho 10cm abaixo da laje e dentro coloca a iluminação. Ela fica focada para a laje, bem difusa”, exemplifica. 

Cores


De acordo com Fernanda, o preto e o branco são cores clássicas. Tons chamativos só em projetos pontuais, que podem ser trabalhados em conjunto com o profissional e o cliente. “Outra alternativa é pintar o forro da mesma cor da parede. Ele dá uma linguagem bem bacana para o ambiente”, complementa. 


Refúgio Veredas, na CasaCor Brasília 2018: Com 500m² disponíveis, a arquiteta Denise Zuba teve muito espaço para criar. Aproveitou para usar revestimento de madeira no teto em um closet e colocou uma obra de arte em cima da cama. Telas não precisam ficar só nas paredes.(foto: Jomar Bragança/Divulgação)
Refúgio Veredas, na CasaCor Brasília 2018: Com 500m² disponíveis, a arquiteta Denise Zuba teve muito espaço para criar. Aproveitou para usar revestimento de madeira no teto em um closet e colocou uma obra de arte em cima da cama. Telas não precisam ficar só nas paredes. (foto: Jomar Bragança/Divulgação)
Quarto Neo Retrô: O quarto criado por Natálie Tramontini e Thalita Gonçalves, do Studio Feijo, traz uma mistura equilibrada de materiais e uma paleta de cores neutras. Para dar a sensação de acolhimento, os profissionais inseriram a paginação escama de peixe na parede e no teto. (foto: Edgar Cesar/Divulgação/ Mostra Mainline 2018)
Quarto Neo Retrô: O quarto criado por Natálie Tramontini e Thalita Gonçalves, do Studio Feijo, traz uma mistura equilibrada de materiais e uma paleta de cores neutras. Para dar a sensação de acolhimento, os profissionais inseriram a paginação escama de peixe na parede e no teto. (foto: Edgar Cesar/Divulgação/ Mostra Mainline 2018)
 
Espaço do chef São Geraldo, na CasaCor Brasília 2018: Dimitri Lociks e Simone Turíbio, da Choque Arquitetura e Design, estudaram o trabalho de grandes profissionais do modernismo dos anos 1950 para atualizar conceitos para um projeto no século 21. Para promover contraste, inspirados no concreto aparente, colocaram um grafite no teto, e baseados no uso massivo do mármore branco, colocaram-no no chão. No entanto, usando material ecologicamente correto.(foto: Jomar Bragança/Divulgação/ Mostra Mainline 2018)
Espaço do chef São Geraldo, na CasaCor Brasília 2018: Dimitri Lociks e Simone Turíbio, da Choque Arquitetura e Design, estudaram o trabalho de grandes profissionais do modernismo dos anos 1950 para atualizar conceitos para um projeto no século 21. Para promover contraste, inspirados no concreto aparente, colocaram um grafite no teto, e baseados no uso massivo do mármore branco, colocaram-no no chão. No entanto, usando material ecologicamente correto. (foto: Jomar Bragança/Divulgação/ Mostra Mainline 2018)
 

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade