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Correio Braziliense ESPECIAL

Juntas contra um mal comum

Neste Outubro Rosa, conheça a história de mulheres que enfrentaram - ou enfrentam - o câncer de mama de mãos dadas. Para especialistas, essa rede de apoio é fundamental no tratamento


postado em 21/10/2019 16:38 / atualizado em 22/10/2019 15:19

As Amigas do Peito se encontram toda segunda-feira para produzir perucas para pacientes com câncer, como elas(foto: Minervino Júnior/CB/DA.Press)
As Amigas do Peito se encontram toda segunda-feira para produzir perucas para pacientes com câncer, como elas (foto: Minervino Júnior/CB/DA.Press)
Magda Lima da Silva Cardoso, 57 anos, policial civil aposentada, conta que, antes do câncer de mama, só tinha amigos homens. Trabalhava com eles e, fora do ambiente profissional, apenas estudava e cuidava dos filhos. Sem tempo para mais nada. “Eu brinco que a doença fez eu me descobrir mulher”, conta. Quando recebeu o diagnóstico, aproximou-se de mulheres que passavam pela mesma situação e fez amizades para a vida inteira. Juntas, intitularam-se Amigas no Peito. Em outubro, fizeram até uma excursão a Caldas Novas, em Goiás.

Por conta da prevalência da doença ser muito alta, é comum a união entre mulheres que têm ou tiveram câncer de mama. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), ele é o segundo tipo mais comum entre as mulheres no mundo — atrás apenas do de pele não melanoma — e, no Brasil, corresponde a cerca de 29% dos casos novos a cada ano. Em homens, o câncer de mama representa apenas 1% do total de casos da enfermidade.

Para o oncologista clínico Eduardo Vissoto, do Hospital Santa Lúcia, as trocas entre pacientes são importantes e devem ser estimuladas, até mesmo entre os familiares e os profissionais de saúde. “Eu acredito que isso dá ferramentas para mudar radicalmente a forma como todos os envolvidos encaram a doença e as mudanças que ela promove.” Dali, garante o médico, saem muitos projetos, como o da filha de uma paciente que criou um grupo para escrever cartas de apoio a mulheres com câncer.

Os pacientes oncológicos são, geralmente, atendidos por uma equipe multidisciplinar de apoio — enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, paliativistas e fisioterapeutas. “O tratamento médico é uma parte das necessidades desse paciente. “Essa visão trouxe acolhimento, humanização e maior adesão ao tratamento oncológico”, afirma a oncologista Andréa Farias, superintendente executiva e oncologista do Instituto OncoVida/Oncoclinicas.

A psicóloga Luciana Geyer fala sobre a importância da rede família como rede de apoio: companheiros, filhos, netos, que acabam se organizando para dar suporte à doente. Porém, a enfermeira oncológica Margareth Santos ressalta que são pessoas que também estão sofrendo e nem sempre entendem o que a paciente está passando. “Com a família, existe uma concepção de responsabilidade um com o outro. Já as amigas — e, no caso, amigas que também são pacientes — sabem exatamente o que a outra está vivendo, e a relação fica mais leve”, afirma.


Emoções compartilhadas

O oncologista Eduardo Vissoto é coordenador do projeto Compartilhando emoções — Pacientes e equipe de saúde de mãos dadas, do Centro de Oncologia Santa Lúcia. “Além de trazermos pessoas para darem palestras que promovam autoconhecimento, fazemos um trabalho de bastidores para aproximar pacientes e familiares que têm coisas em comum e possam se tornar amigos”, explica. A ideia é unir pessoas. Segundo Vissoto, as mulheres são as mais engajadas, mas os homens também participam. “É mais comum vermos grupos de mulheres que têm ou tiveram câncer de mama, porque existe uma campanha forte acerca da doença, além da alta prevalência”, avalia. www.projetomaosdadas.com.
 

As amigas do peito

Uma das integrantes do grupo Amigas do Peito foi colega de quarto de Magda Lima da Silva Cardoso quando ambas fizeram uma reconstrução mamária. Era Socorro Nascimento, 58, artesã. Tímida e mais reclusa que as outras, não falta a um encontro. Ela e Magda concordam que uma das vantagens de ter amigas que passam pela mesma situação é poder reclamar sem que achem que é “coitadismo”.

A amiga Rosimeire Adriano Silva, 42, técnica em nutrição, garante que se tornar amiga durante um processo tão complicado faz com que aquelas pessoas tenham um valor diferente. “Com alguns diferenciais, todo mundo passou pelas mesmas coisas. Coisas que não é qualquer um que entende. Mesmo assim, a gente consegue fazer com que o foco das conversas não seja o câncer, e isso me faz muito bem”, avalia.

Rosimeire chegou a ir a vários outros grupos de apoio de mulheres, mas as conversas se limitavam à doença e ela acabava não se identificando com as companheiras. Isso não significa, no entanto, que as Amigas do Peito sejam todas iguais: as idades são variadas, as profissões e até as classes sociais. Mas estão unidas pelo bom humor que compartilham e pela força que trocam.

Quase todas concordam que conhecer uma a outra lhes trouxe oportunidades únicas. Rosimeire faz questão de dizer que nunca imaginou viver o que está vivendo e fazer tantos programas legais. As atividades da ex-policial Magda também se expandiram. E muito: incluem canoagem, dança, ginástica e até um encontro semanal para fazer perucas. Em uma dessas reuniões, Magda faz piada: “Imagina se antes eu tinha tempo pra ficar fofocando a tarde toda”.
 

Animação e planos

Toda tarde de segunda-feira, as Amigas do peito vão à casa de Tânia Alves Pinto, 60, artista plástica, para ajudá-la na confecção de perucas, que são doadas a pacientes de câncer. Tânia é a única que nunca teve a doença, mas faz o trabalho há quase 10 anos. “É uma festa. Vêm outros grupos em outros dias, mas esse é o maior e o mais animado”, garante.


Tânia começou com a companhia da mãe. Agora, com a de mulheres que entendem muito bem o que é ficarem carecas por conta da quimioterapia. E, se antes, precisava cortar o próprio cabelo e saía cortando até o dos sobrinhos, atualmente, recebe fios do mundo inteiro.

Expedita Antônio de Carvalho, 50, funcionária pública aposentada, conta que não era uma pessoa que fazia amizade fácil. Era tímida e tinha poucas oportunidades de conhecer gente nova. Durante o tratamento do câncer (ainda em processo) ter mulheres por perto é essencial, especialmente por conta do preconceito e isolamento que acabam vivendo. “Quando eu estava careca, ninguém sentava do meu lado. Nem no ônibus, nem na igreja. Parece que acham que câncer passa”, relembra.

Já a professora Joanice Medeiros Arruda, 60, sempre quis fazer um trabalho voluntário, mas no primeiro ano de tratamento não sentia vontade de sair de casa. Quando encontrou as Amigas do peito, se identificou de cara. “Depois do tratamento, nós ainda ficamos tomando remédios por cerca de cinco anos. Medicamentos que mudam tudo, que alteram nosso humor, tiram nossa libido. É bom estar com pessoas que entendem isso.”

Por que os cabelos caem?
O bioquímico Luiz Fernando Lima Reis, também diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-libanês, explica que o tumor é uma célula que está se multiplicando depressa. Os quimioterápicos são remédios que fazem com que o DNA pare de se replicar. No entanto, as células normais também se replicam, então, ajusta-se a dose da droga para que ela atinja só aquelas que se replicam com muita velocidade. O cabelo cai por isso, porque as células do cabelo também têm a característica de se multiplicarem rapidamente.
“A quimioterapia é uma forma de tratamento pouco específica, para células normais e tumorais. À medida que começamos a entender os mecanismos tumorais melhor, desenvolvemos drogas para os defeitos dela e não para coisas que são comuns entre células tumorais e normais. A célula tumoral é como um carro desgovernado e para pará-lo, com a quimioterapia, eu furo o pneu dele. E se ele estiver numa estrada com muitos carros e ponho prego na pista para furar o pneu dele, é capaz de furar o de outros também”, compara.
 

Um exemplo e uma amizade 

Alexandra Reschke (e) e Rosângela Corrêa iniciaram uma forte amizade por conta do diagnóstico comum(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
Alexandra Reschke (e) e Rosângela Corrêa iniciaram uma forte amizade por conta do diagnóstico comum (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
A arquiteta Alexandra Reschke, 56 anos, tem uma história impressionante de sucesso com o tratamento de câncer de mama. Sempre foi alguém que inspira esperança em outros pacientes. Apesar de muita gente ter desacreditado nas suas chances de cura, ela permaneceu confiante. E venceu a batalha. Um dia, uma pessoa entrou em contato com ela: “Olá, sou paciente do mesmo médico seu. Estou com câncer de mama. Queria conversar”. Era Rosângela Corrêa, 58, antropóloga, que recebeu como resposta um convite para ir à casa de Alexandra. Ali, deu-se início a uma grande amizade.

Alexandra recebeu o diagnóstico no início de 2015, já com metástase no pâncreas, no fígado, na coluna, nas linfas e no pulmão. “Eu tinha dores, falta de ar, mas depositava na conta do estresse”, relembra. Por instinto, quando decidiu, finalmente, ir ao médico, foi direto ao oncologista e já ficou internada. Liberada da internação, se recolheu para refletir no que faria a partir de então. Os amigos e familiares, sabendo que a arquiteta nunca gostou de alopatia, tinham medo de que ela não aceitasse o tratamento. Depois de três dias meditando, chegou à conclusão: “Eu não deveria excluir, mas integrar”.

Uma das principais mudanças que a arquiteta fez foi na alimentação. Já se alimentava bem, mas decidiu radicalizar em algumas coisas. Cortou sal, açúcar e tudo o que, no metabolismo, se transformaria em açúcar, como carboidratos — já que os tumores de alimentam da insulina produzida por ele no nosso corpo. Tirou a carne da dieta e tudo que deixaria o sangue dela mais ácido. E, nas vésperas da quimioterapia, só tomava suco prensado. “O objetivo era que meu corpo, naqueles dias, focasse só na cura e não na digestão”, justifica.

A acupuntura, com a qual já estava acostumada, deixou de funcionar para ela. Sentia muita dor com as agulhas. Mas continuou com o reiki e abriu o coração para coisas novas, como terapia craniossacral, cromoterapia, da qual antes duvidava, e um chá, da raiz de uma planta do cerrado. A recomendação veio de um kalunga, que garantiu que a mãe havia curado um menino de 7 anos. Alexandra abraçou a ideia de coração aberto. Tudo isso aliado ao tratamento médico tradicional.

Tratamento

Para o caso dela, havia anticorpos monoclonais que poderiam ser usados de forma exclusiva. No entanto, como o câncer já estava avançado e espalhado por outros órgãos, o protocolo incluiu também a quimioterapia. Depois de sete semanas, foi evidenciada uma redução de 50% nos tumores de Alexandra. Motivo para comemorar.

Foi então que a paciente decidiu exercer o poder de escolha dela e pediu à médica que tirasse os quimioterápicos e continuasse só com os anticorpos. Para a oncologista especialista em câncer de mama Patrícia Werlang Schorn, a prescrição oncológica não deve ser unilateral, mas bilateral: “O paciente tem que entender e aceitar. Se não aceita, não é feito. Devemos respeitar a dignidade do paciente, e se ele não quer algo mais agressivo, não há como forçar. O que não podemos é privá-lo do melhor recurso. É importante, no entanto, saber que não se substitui um tratamento por outro. Eles são complementares”.

No caso de Alexandra, com mais dois meses de tratamento, quase 100% dos tumores haviam desaparecido dos exames. Inspirada pela história de Alexandra, Rosângela decidiu que queria também despender o mesmo esforço e a mesma garra que a nova amiga. “Ela foi uma referência pra mim, em um momento em que eu estava fragilizada”, relembra. A mãe da antropóloga já havia tido câncer de mama, o que fez com que Rosângela fizesse exame preventivo com frequência. Até que recebeu o diagnóstico.

Ela descreve o que viveu no início como “a via-sacra do câncer”. Foi a vários médicos e queria que explicassem por que era necessária cada uma das terapias. “Eles só diziam que era o protocolo”, relembra. Até que encontrou uma profissional que acreditava que a radioterapia poderia ser suficiente, e explicou bem o seu ponto de vista.

Além do tratamento médico protocolar, Rosângela, resolver fazer mudanças na rotina, inspirada por Alexandra. “Os chineses não dizem que pela boca se adoece e pela boca se cura? Então, também mudei minha alimentação. Foi difícil, mas a gente tem que saber o que quer. Não dava pra eu ficar reclamando da dificuldade. Tinha que fazer”, arremata.

Em comum, as duas descobriram muitas coisas, além da vontade de viver. O amor pelo cerrado, a vida atarefada e estressante antes do câncer, a vontade de mudar o mundo por meio do trabalho. “O câncer foi um grande amigo. Fez eu me permitir parar, me reconectar comigo, com a feminilidade, com a natureza, que é a grande mãe”, emociona-se Alexandra.


Para toda a vida

Rosângela concorda e afirma que ele causou uma mudança de comportamento nela: “2014 foi o ano mais difícil na minha agenda. No fim do ano, estava cheia de pendências para 2015. Eu decidi que aproveitaria as cachoeiras daqui de perto, caminharia mais ao ar livre, e tudo isso foi um elemento de cura pra mim”.

Do tratamento do câncer para uma amizade. E de uma amizade para uma parceria de trabalho: Alexandra está prestes a lançar o livro A flor da cura, em novembro, sobre sua trajetória de tratamento. Ela ressalta que a ideia da publicação não é falar para que as pessoas sigam os passos dela, faça como ela fez, mas que descubram por si o caminho que querem percorrer: “Sejam protagonistas do seu tratamento, da sua cura”.

Com o texto pronto, há alguns meses, teve a ideia de convidar Rosângela para revisar: “Ela é cientista, pesquisadora, orienta trabalhos acadêmicos o tempo todo”. A antropóloga aceitou e pôde dar dicas, tanto por tudo que já fez na carreira quanto por já ter passado também pelo câncer de mama.
 
Imunoterapia
A oncologista Patrícia Werlang Schorn afirma que, atualmente, vive-se uma era nova, a da imunoterapia. “Conseguiu-se desenvolver o reconhecimento de algumas proteínas específicas da célula do câncer e usar contra elas um anticorpo construído especificamente para agir contras as células dele”, afirma. Além disso, existem algumas medicações que permitem o reconhecimento da célula do câncer pelo próprio sistema imunológico do paciente, e esse é o maior avanço na oncologia.

 
Vida social no hospital

 

Para a engenheira Maria Lúcia Ricci Bardi, 66, na vida adulta, ela sempre esteve em função do trabalho e dos filhos. Por isso, é difícil conhecer gente nova. “Tenho muitos amigos do ginásio, que encontramos com certa frequência.” Conheceu outra paciente com quem criou uma grande amizade. As duas costumavam ir às consultas nos mesmos dias. “Nós nos identificamos, porque ambas são separadas, com os filhos mais velhos, e somos parecidas em outras coisas também”, descreve Maria Lúcia, que começou o tratamento um pouco antes da amiga. “Acho que eu também era uma referência para ela. Fiz, e estava bem. Acabava tirando o medo”, reflete.
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Maria Lúcia explica que as conversas com alguém que passa pela mesma doença vão muito além da enfermidade. As pessoas conseguem se conectar. “A gente não precisa explicar nada, que elas já sabem. Então, o papo passa disso para outras coisas”, avalia. Além disso, quando alguém aparecia mais “down ou assustada”, as colegas acolhiam e tentavam colocá-la para cima, “porque não é fácil mesmo”.

Muito focada no trabalho, a engenheira conta que o câncer, diagnosticado em outubro do ano passado, cinco meses após ter feito mamografia periódica com resultado normal, mudou a forma de ela encarar a vida. “Eu sou outra”, radicaliza. Ela acredita que o gatilho para a doença foi o estresse e, com isso, resolveu tentar lidar de outro jeito com as coisas desagradáveis que acontecem.

Para isso, além das amizades e da terapia com alguém que também já tivesse passado pela experiência do câncer de mama, procurava frequentar as programações do projeto Mãos dadas. “Porque o diagnóstico é como uma bomba na nossa cabeça. É quando a gente começa a pensar na morte. Na nossa morte. E entende que todo mundo morre, inclusive você.”

Uma das palestras mais marcantes para Maria Lúcia foi justamente sobre vida e morte. “Convidaram um pesquisador de DNA e um padre. Foi muito interessante ver as coisas de diferentes pontos de vista. É bom vir para o tratamento e ainda ter essa parte social forte, de todo mundo se conhecer.”

Os tratamentos
  • Cirurgia: é mandatória para qualquer tipo de câncer de mama. Trata-se da modalidade curativa principal. “Estudos comprovam que um procedimento conservador, ou seja, a quadrantectomia, tem a mesma eficácia e segurança que a mastectomia. A necessidade de retirada das mamas pode advir de dificuldades técnicas para a cirurgia conservadora, como no caso de pacientes com tumores grandes em uma mama muito pequena ou de pacientes com tumores ulcerados, em que há necessidade de uma mastectomia higiênica. A quadrantectomia, que é a retirada de um quadrante da mama, cada vez mais, é utilizada com grande benefício paras as pacientes”, afirma Andréa Farias, superintendente executiva e oncologista do Instituto OncoVida/Oncoclinicas.Radioterapia: aplica-se em indicações específicas, independemente do tipo de câncer de mama. Quem fez cirurgia conservadora deve receber. Quem tem comprometimento de pele ou de linfonodos faz também complementarmente.
  • Quimioterapia: protocolos semelhantes e com indicações específicas. A indicação se dá no risco de recidiva, de o câncer voltar. Quanto maior a chance de voltar, tanto na mama quanto no corpo, maior a necessidade.
  • Terapia anti-RER 2: para quem tem tumores com RER 2 positivo (cerca de 20% dos casos). O RER 2 é uma proteína de crescimento expressa na superfície do tumor. Um anticorpo monoclonal reconhece essa proteína. É uma medicação que se usa por um tempo por prevenção.
  • Hormonioterapia: mulheres com tumores que têm receptores hormonais positivos devem usar uma medicação oral de hormonioterapia, que são medicamento inibidores desses receptores.
  • Imunoterapia: utiliza-se, hoje, amplamente para tratar neoplasia de pulmão, pele e rim. Segundo Andréa Farias, há vários estudos em andamento com imunoterapia para câncer de mama. “Atualmente, nos Estados Unidos, já foi aprovado o primeiro tratamento para câncer de mama triplo negativo envolvendo um quimioterápico e uma imunoterapia”, afirma.
  

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