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Correio Braziliense

Saiba como manter a harmonia para você e o pet

Descubra como ervas medicinais ajudam a tratar doenças, principalmente, as emocionais de animais e até dos donos


postado em 23/01/2020 13:01 / atualizado em 23/01/2020 15:31

 A preocupação em curar doenças físicas, garantir o bem-estar mental e resolver conflitos internos, como estresse, tristeza, angústia e agressividade, tornou-se cada vez maior nos dias de hoje. Infelizmente, essas patologias não são exclusivas do ser humano, os pets também podem sofrer com esses males.

 

A procura por medicamentos ou práticas medicinais integrativas e complementares para tratar a si mesmo e seus pets aumentou nos dias de hoje. Uma dessas alternativas é a terapia utilizada por meio das energias das plantas e ervas, chamada de fitoenergética.

 

“É um sistema de cura natural reconhecido pelo Ministério da Saúde, que restaura o controle das emoções e dos pensamentos, bem como a elevação da consciência. O tratamento foca no desequilíbrio, que é o verdadeiro causador das enfermidades”, afirma Patrícia Cândido, pesquisadora há 17 anos e uma das escritoras da trilogia Fitoenergética, ao lado do especialista Bruno Gimenes.

"Muitas vezes (as plantas) têm melhores resultados do que alguns medicamentos" Giovanna (foto: Arquivo pessoal)

 

“Por exemplo, se a pessoa está instável mentalmente, isso originará imunidade baixa, dores, etc. A terapia pode ser feita por meio de chás, sucos, óleos, incensos, sachês, entre outras”, explica a CEO do Grupo Luz da Serra. “A quantidade de ervas, geralmente, é muito pequena. Mas deve ser usada corretamente.”

 

Mas, como evitar esses conflitos internos e externos? “Você troca energias tanto negativas quanto positivas com tudo que está à sua volta. Muitas vezes, pode passá-la para o bichinho e para sua plantinha, pois são extremamente sensíveis. Se você ama seu animal e quer vê-lo bem, fique bem também. Pois, ele vai sugar tudo de ruim (ou de bom). Uma das trocas é por meio dos sentidos e dos chacras”, observa Patrícia.

 

A tutora das três gatinhas Frida, 2 anos, Jovelina, de 1 ano, e Tutuca, 1 ano e 9 meses, conta que dá chás medicinais para elas há um ano. “Eu acredito que (os chás) apresentam vários benefícios à saúde física e emocional dos animais, principalmente, a camomila e a própolis, que auxiliam no sistema digestório e os deixam mais calmos e menos estressados”, acrescenta a estudante de veterinária Giovanna Martins, 20 anos.

 

“As plantas são confiáveis e ajudam a curar, pois, muitas vezes têm melhores resultados do que alguns medicamentos. Mas é necessário ir ao veterinário para ver quais ervas e plantas devem ser usadas (confira Conversa com especialista)”, afirma Giovanna.

 

A jovem tem muitas plantinhas em casa, além disso não dispensa um chazinho da tarde. “Elas ajudam energizar o ambiente, pois dão sensação de bem-estar. Também tomo a infusão de camomila e erva-cidreira para ajudar a diminuir o meu estresse, a ansiedade e os sintomas da depressão.”

 

Você sabia?

Fitoenergética X Fitoterapia

 

Fitoenergética: é o tipo de energia que as plantas e ervas fornecem, ajuda a restaurar o equilíbrio físico, mas, principalmente, o emocional. Trata doenças como a ansiedade, depressão, transtorno de comportamento, síndrome do pânico e entre outras. Ajuda a cuidar do corpo, da alma e do espírito. Os estudos e pesquisas indicam que trata o físico, emocional, mental e espiritual.


Fitoterapia: utiliza o princípio químico das plantas para tratamentos de doenças físicas, como problemas na digestão, dores, e entre outros. Auxilia na desintoxicação, nas funções fisiológicas e restaura o sistema imunológico.

Palavra do especialista

João Paulo Barbosa, médico veterinário

 

Quais são riscos de dar um chá de ervas ou de plantas para um animal sem uma prescrição adequada do veterinário?

Acidentes ocorrem principalmente com filhotes e animais que têm acesso a jardins e hortas. Porém, há uma falha humana na tentativa irresponsável de automedicar o bicho para tratar doenças, principalmente, quando é baseada em crenças populares, hábitos familiares ou falta de atendimento e de orientação veterinária. Quando o uso da planta não é recomendado por um profissional, e baseado em estudos científicos, há vários riscos à saúde dos animais, podendo até resultar no óbito do pet.

 

 * Estagiária sob supervisão de José Carlos Vieira

 

 

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