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Correio Braziliense CASA

Cristais e pedras renovam os ares; veja como aproveitá-los no décor

Cada um tem uma propriedade e significado, que vai do amor-próprio à proteção


postado em 10/02/2020 15:00 / atualizado em 10/02/2020 15:44

(foto: POPSUGAR/Reprodução)
(foto: POPSUGAR/Reprodução)

Cristais e pedras reúnem vários motivos para conquistar os amantes do estilo contemporâneo, pelo aspecto natural e possibilidades elegantes. Mas vêm ficando populares também por quem busca criar conexões no lar — ou mesmo na empresa ou mesa de trabalho. Podem aparecer imponentes na mesa de centro; combinados com plantas; mais delicados em um cantinho zen…

Os minerais são usados há mais de 5 mil anos como artifício de harmonização no feng shui, técnica oriental que organiza espaços — alinhando elementos da natureza — para atrair boas energias.

“Os cristais filtram e organizam padrões que aparecem aleatórios nas ondas eletromagnéticas. E nós somos justamente sensíveis a essas ondas”, explica Túlio Americano, terapeuta naturopata. Na prática, é simples. Não há regras nem limites! Investir neles é muito mais questão de intuição, de sentir se precisa ou não.

Se a ideia é explorar os fins terapêuticos das pedras, Túlio recomenda prestar atenção à cor da peça. “Na terapia, pensar nas cores, e associá-las ao que se pretende atingir, é uma forma prática de usá-los. Pedras verdes ajudam a desintoxicar, as vermelhas agitam. As azuis cuidam dos pulmões e da garganta.”


Na prática

(foto: Eduardo Mello Cristais/@eduardomellocristais /Divulgação)
(foto: Eduardo Mello Cristais/@eduardomellocristais /Divulgação)

Sempre que pensa um espaço para um cliente, a arquiteta Cris Paola elabora um projeto com foco no posicionamento dos móveis, iluminação, cores, uso de espelhos, plantas e — não menos importante — quais cristais podem ser incorporados ao décor.

De acordo com ela, as pedras são elementos que ajudam a energia a circular e dão uma forcinha para áreas e cômodos que precisam de atenção. “Esses detalhes podem fazer a diferença quando falamos de família, relacionamento, sucesso. Vai do que a pessoa precisa ativar naquele momento. Além de valorizar o visual de qualquer ambiente.”

Algumas pessoas priorizam o resultado estético proporcionado pelas pedras naturais. Misticismos à parte, as opções e usos são tantos que vale muito a aposta mesmo sem acreditar nos superpoderes dos cristais. “O Brasil tem tantas pedras preciosas. É fácil encontrarmos cristais de todos os jeitos. Árvores de pedrinhas ou pedras grandes inteiras. Você pode usá-las como peso de papel, de forma discreta, ou fazer um verdadeiro carnaval em casa. Depende do gosto.”

Para modernizar a decoração, a arquiteta mistura as pedras com outros materiais naturais, madeira e metais. O interessante é justamente explorar os múltiplos caminhos de criação com os minerais e adaptá-los.
 
(foto: Pinterest/Reprodução)
(foto: Pinterest/Reprodução)
 
Composição com ares modernos: nesta mesinha, a selenita orna com velas e livros nas mesmas cores e brinca com texturas

(foto: Pinterest/Reprodução)
(foto: Pinterest/Reprodução)

A ametista — uma das mais populares — é aproveitada de forma elegante e dá sensação de conforto. Quer adicionar um toque decorativo inusitado? A peça pode aparecer na pia do lavabo ou banheiro

(foto: Eduardo Mello Cristais/@eduardomellocristais /Divulgação)
(foto: Eduardo Mello Cristais/@eduardomellocristais /Divulgação)

Eiiti Yuri, sócio-proprietário da Nano Garden, propõe unir os cristais a terrários — miniecossistemas em que plantas rasteiras são cultivadas em potes de vidro. Ele explica: “O arranjo pode ser feito de duas formas: com os cristais no interior do vidro ou compondo com o próprio terrário, ao lado. A ideia é reunir funcionalidade energética e beleza artística”

(foto: Nano Garden Terrários/Divulgação)
(foto: Nano Garden Terrários/Divulgação)

Por ser um ambiente mais pessoal, o quarto recebe bem o quartzo rosa, ligado ao amor-próprio; e o quartzo verde, como o da foto, associado à saúde e equilíbrio. Mas vale ressaltar que o uso dessas pedras é, sobretudo, questão de intuição!
 
 
*Estagiária sob supervisão de José Carlos Vieira

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