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Arquiteto de sonhos

Otaviano Costa comanda reality em que reforma casas e muda a vida de pessoas no GNT

postado em 10/05/2020 04:23
Otaviano Costa comanda reality em que reforma casas e muda a vida de pessoas no GNT
Apaixonado por obras, o ator e apresentador Otaviano Costa dedica-se agora a reformas internas. À frente do Extreme makeover Brasil, reality do GNT cuja primeira temporada está disponível no Now e a segunda está confirmada pela emissora, Otaviano tem a oportunidade de reformar casas, mas, mais do que isso, vidas, como ele mesmo gosta de frisar.

;Definitivamente (o Extreme makeover Brasil) é um programa sobre vidas humanas. A casa é o nosso refúgio, é onde estão nossas memórias, lembranças... Diz muito sobre a gente;, afirma Otaviano, em entrevista ao Correio.

Otaviano empresta toda a espontaneidade que o consagrou ao programa do GNT e também à adaptação da rotina ao coronavírus, para a qual aposta na criatividade. Ele está em casa com a esposa (a atriz Flávia Alessandra) e as filhas: ;Conversamos, fazemos jogos, vemos séries... Inventamos uma rotina nova, mas que nos aproximou ainda mais.; Confira os principais trechos da entrevista com Otaviano.

Entrevista // Otaviano Costa

O Extreme makeover Brasil é um programa de reformas, mas acaba sendo também um programa sobre a história de pessoas. Como dosar essas duas coisas?
Definitivamente é um programa sobre vidas humanas. A casa é o nosso refúgio, é onde estão nossas memórias, lembranças... Diz muito sobre a gente. E, quando escolhemos uma casa, estamos escolhendo a história que vamos contar. Não é somente fazer obra por obra. Modificamos vidas mesmo. É um processo mais intenso.

Em algumas cenas, você brinca que vai quebrar uma parede ou consertar uma instalação elétrica. Leva jeito para pequenos consertos em casa?
Eu adoro uma obra (risos). É verdade! Eu e Flávia já fizemos algumas. É uma parada em que a gente embarca mesmo. E eu sou aquele que se envolve no projeto, que gosta mesmo de meter a mão na massa. Gosto de casa, de cuidar mesmo. Eu sempre estou de olho nas coisas, não deixo nada quebrado muito tempo. Se for algo que eu saco, eu mesmo mexo.

Depois de tantos trabalhos como apresentador ,acha que existe a ;marca Otaviano Costa; de apresentar? Qual seria ela?
Acredito que sim (risos). São 30 anos de carreira. Já fiz de tudo um pouco na TV. Acho que a minha marca é a espontaneidade. Eu gosto de pessoas, gosto de ouvir e de trocar histórias com elas. E o mais gostoso é ser surpreendido por esses diálogos e interações.

O Brasil e o mundo têm passado por um momento difícil, que leva muitos à reflexão. Como você tem lidado com a questão do isolamento social?
É um momento difícil e novo para todos nós. O isolamento social é importante demais para achatar a curva de crescimento do coronavírus no país e evitar o colapso do sistema de saúde. Já estamos vendo notícias de falta de leito e tantas outras tristes. Eu sou muito privilegiado por ter uma casa, uma reserva financeira e não precisar ir à rua. Quem tem essa possibilidade, fique em casa. É uma forma que temos de ajudar os profissionais de saúde e todos os outros que estão se arriscando para manter os serviços básicos. Aqui em casa, estamos eu, minha mulher e minhas filhas. Conversamos, fazemos jogos, vemos séries... Inventamos uma rotina nova, mas que nos aproximou ainda mais.

O GNT tem feito uma campanha para que as pessoas fiquem em casa ; da qual você participa. Como o artista pode ajudar as autoridades nesse momento?
Como artista, como alguém que as pessoas veem como exemplo, precisamos ajudar a disseminar a importância do isolamento social. Não temos uma vacina, não temos nenhum remédio que seja comprovadamente eficaz contra esse vírus. O que sabemos é que, se ficarmos em casa, evitamos que o vírus se espalhe com rapidez. Nós, aqui, estamos fazendo a nossa parte. Vejo muitas notícias, me informo... Importante também checar cada notícia que você recebe, porque existem muitas fake news.

Ser uma figura pública nesses momentos traz uma responsabilidade social, não? Isso pesa de alguma forma para você?
Não é um peso, não. É uma atitude consciente de que podemos ajudar dessa forma, porque eu sei que tem gente que não pode. Vivemos num país de extrema desigualdade social, infelizmente.

Leia a entrevista completa em http://blogs.correiobraziliense.com.br/proximocapitulo/.


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