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Estado de Minas

Correio analisa como a Apple segue os ensinamentos de Steve Jobs


postado em 02/10/2012 10:04 / atualizado em 02/10/2012 12:51

(foto: Kimihiro Hoshino/AFP)
(foto: Kimihiro Hoshino/AFP)

As palavras acima, ditas por Steve Jobs a uma plateia de formandos da Universidade Stanford, na Califórnia (EUA), em 2005, encerraram aquele que provavelmente se tornaria seu discurso mais famoso. Foi, também, uma das raras ocasiões em que o ex-diretor executivo da Apple falou tão abertamente sobre sua vida particular, que se desenrolou como o lançamento dos vários produtos inovadores: repleta de mistérios, discrição e sigilo, mesmo sob a lupa de todo o planeta.

Os feitos, as manias e as histórias do cofundador da Apple, cuja morte completa seu primeiro aniversário nesta sexta-feira, continuam a exercer fascínio — não somente pela incrível gama de dispositivos importantes do mercado, mas também por sua história de vida, que renderia vários filmes (pelo menos dois estão previstos para chegar às telonas). Para se ter uma ideia, a biografia autorizada do executivo, escrita pelo jornalista Walter Isaacson, ainda é o 13º livro mais vendido da Amazon, e não sai da lista dos 100 mais vendidos há mais de 400 dias.

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