Publicidade

Estado de Minas

Geração Y entra cada vez mais no mundo digital e muda forma de trabalhar

A vontade de querer tudo mais rápido e ter liberdade faz com que eles estejam entre os que mais interage com as novidades da tecnologia


postado em 22/10/2013 08:51 / atualizado em 22/10/2013 09:58

A evolução da tecnologia colocou as crianças e os adolescentes que cresceram na década retrasada em um ponto interessante: elas tinham idade o suficiente para saber como era o mundo antes de celulares, tablets e redes sociais. Por crescer durante o surgimento desses meios de comunicação, a geração Y ou dos millenials, nascidas entre os anos 1980 e 1990, passou a interagir mais com produtos digitais e está migrando atividades para o mundo virtual.


De acordo com um estudo realizado pela Telefônica, em colaboração com o Financial Times, 80% desses jovens acreditam que a tecnologia ajuda na busca por emprego. A maioria também crê que a internet dá oportunidades para todos. E é exatamente isso que podemos ver na web: os jovens que cresceram na era digital também transformaram esse ambiente em um local para ganhar dinheiro — muitas vezes sem dispor de grandes quantidades de capital para começar o negócio. A geração Y não quer ficar para trás em relação às mudanças tecnológicas e tira proveito disso ao máximo, acompanhando a evolução e se tornando cada vez mais independente.


Donos do próprio nariz


Os jovens entre 18 e 30 anos são os mais afetados pelas transformações ocorridas no mundo durante o nascimento da era digital. A vontade de querer tudo mais rápido e ter liberdade faz com que eles estejam entre os que mais interage com as novidades da tecnologia. Segundo o estudo da Telefônica, os jovens brasileiros se dizem mais familiarizados com a web e os computadores que o resto do mundo. Quase metade - 47% - afirma que ser empreendedor é importante. Aproximadamente um quarto (24%) diz que tem possibilidade de abrir empresa ou trazer uma nova ideia ao mercado.

Benedita Aguiar prefere os negócios on-line, pois tem mais tempo para ficar perto da família(foto: Antonio Cunha/Esp.CB/D.A Press)
Benedita Aguiar prefere os negócios on-line, pois tem mais tempo para ficar perto da família (foto: Antonio Cunha/Esp.CB/D.A Press)

“Esses jovens entendem o poder da tecnologia e as oportunidades que ela cria. O conhecimento deles e o conforto que sentem em relação a ela, combinados com seu espírito empreendedor e otimismo, indicam um cenário bastante positivo para a próxima geração de líderes. A visão otimista, a confiança em si e no Brasil indicam um excelente potencial para eles e para o país”, avalia a diretora-executiva de Comunicação Corporativa da Telefônica Vivo, Ediana Balleroni.

Redes sociais
Um estudo da empresa de monitoramento digital E.life, realizado no primeiro semestre de 2013, revela os hábitos dos internautas. Dos entrevistados, 98% ficam mais tempo nas redes sociais. A maioria, 81%, cita o Facebook como preferência. 93,3% curtem perfis de marcas que admiram e, destes, 48% passaram a gostar ainda mais após acompanhar as atualizações. O Instagram teve o maior crescimento de cadastros nos três meses anteriores à pesquisa. Sobre os meios utilizados, cerca de 75% das pessoas usam computadores de mesa para se conectar.

Leia mais notícias em Tecnologia


Benedita Aguiar, de 30 anos, utiliza as redes sociais para ganhar dinheiro - desde a época do Orkut. Para dar conta de tudo, Bibi, como gosta de ser chamada, atende clientes por cerca de 12 horas por dia . “É bom porque estou em casa e fico mais tempo com minha filha. Está tudo ótimo desta forma”, conta.


A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade