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Estado de Minas

Novo título da Quantic Dream traz uma construção baseada em filmes

O game tem roteiro cativante e dramático, em uma experiência que vai além dos jogos tradicionais. As ações pouco desafiadoras durante a saga são o principal problema


postado em 19/11/2013 11:22

(foto: Quantic Dream/Divulgação)
(foto: Quantic Dream/Divulgação)


Desde a concepção, Beyond: two souls foi anunciado como um outro tipo de experiência. Após o lançamento, muito se falou sobre o título ser uma mescla entre videogames e cinema, mas, mesmo assumindo vários elementos de obras cinematográficas — ao lado de conceitos básicos de jogabilidade —, o principal atrativo é outro: a história. A personagem principal, envolta por conflitos comuns somados ao efeito de uma ligação constante que tem a uma entidade, deixa evidente as camadas de personalidade e as fases da vida que, um dia, qualquer jogador com os controles à mão já viveu.

Você assume a vida de Jodie Holmes (Ellen Page), uma menina que, desde o nascimento, é ligada a Aiden, um espírito que o jogador também controla. Essa conexão entre os dois chega a motivar grande parte dos conflitos apresentados durante a construção da história e é a principal influência para que a vida de Jodie não seja normal. A narrativa não linear do game se encaixa perfeitamente a essa história. É possível acompanhar cada momento da vida dela, mas em partes independentes.

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