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Estado de Minas

Estudo aponta aumento na penetração de smartphones na América Latina

Participação dos celulares inteligentes mais que triplicou em três anos nos países latino americanos segundo pesquisa


postado em 12/03/2015 18:07

 

A pesquisa Target Group Index, que tem como foco os hábitos de consumo, completou 15 anos de atuação recentemente. Realizada pelo grupo Ibope Media na América Latina, o estudo permite comparações em intervalos de tempo razoáveis.

Um dos dados que se faz visível no dia-a-dia e que está presente numericamente na pesquisa é o crescimento da penetração dos smartphones no cotidiano latino americano. Segundo o estudo, a participação dos celulares inteligentes passou de 7% em 2010 para 24% em 2013 nos países da macrorregião. Os motivos do aumento são enumerados por Juliana Sawaia, diretora de Learning & Insights do IBOPE Media. "Em primeiro lugar, há o próprio interesse do público, que percebeu que o aparelho é capaz de gerar inclusão, permitir acesso a mídias sociais, facilitar a comunicação e tudo isso de forma móvel. Esses atrativos acabaram por gerar uma adesão tecnológica por parte dos consumidores. Outro ponto é o acesso a essa tecnologia. Nos últimos anos surgiram aparelhos mais baratos, sem contar as facilidades de pagamento oferecidas, o que impulsionou o consumo de smartphones".

No Brasil, o segmento cresceu acima da média, de 10% para 27% no mesmo período. "O Brasil é um país de grandes proporções e foi um dos responsáveis positivos pelo aumento médio de consumo de smartphones na América Latina", comenta Sawaia. Em Brasília, o crescimento foi ainda mais acentuado, de 10% para 31% no mesmo intervalo.

Quantidade e qualidade

Além do crescimento na quantidade de aparelhos vendidos, o estudo apontou que houve um amadurecimento no consumo de smartphones na América Latina. Uma das provas é o aumento no uso de aplicativos. Por exemplo, 43% das pessoas que possuem smartphones disseram fazer chamadas de vídeo pelo celular em 2013, contra 35% três anos antes. "Percebe-se com esses dados uma apropriação maior dessa tecnologia. Os usuários tem aproveitado mais e melhor os recursos dos aparelhos móveis, com mais acesso a internet, redes sociais e apps diversos", afirma Sawaia.

 

Com informações de João Gabriel Amador

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