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Estado de Minas

Dinamarca, um dos países mais desenvolvidos e felizes do mundo


postado em 17/11/2011 14:53 / atualizado em 21/11/2011 15:00

» Clara Favilla
Especial para o Correio


O Rosenborg Slot (Palácio das Rosas) guarda a coroa da monarquia constitucional e é cercado por lindos jardins(foto: Fábio Knoll/Divulgação)
O Rosenborg Slot (Palácio das Rosas) guarda a coroa da monarquia constitucional e é cercado por lindos jardins (foto: Fábio Knoll/Divulgação)
Os dinamarqueses deixaram, no passado, marcas — língua e costumes, por exemplo — que, de tão fortes, sobrevivem até hoje em toda a Escandinávia, principalmente na Noruega, ex-integrante de seus domínios. No mundo atual, eles influenciam não só a região, mas o resto da Europa e os demais continentes, por meio de outros instrumentos: design, arte, exportação de conhecimento e práticas ambientais responsáveis, só para citar alguns.

A história e a tradição não os impediram de ditar e adotar, nas últimas décadas (em especial, na virada para o século 21), um estilo de vida coerente com as necessidades dos novos tempos. A Dinamarca, com seus 5 milhões de habitantes, é o país das bicicletas, mais ainda que a Holanda; do apreço por soluções arquitetônicas e urbanísticas integradas, com foco na coletividade; da aposta constante no design, que se apoia na simplicidade, na funcionalidade e na inovação.

O Brasil, tão grande e tão rico em recursos naturais, tem muito a aprender com esse pequeno país, detentor de vários bons índices: de distribuição de renda; de ambiente para a condução de negócios; de população mais feliz com base em indicadores de saúde, assistência social e educação; e de menor corrupção, posição que reparte com a Suécia e a Nova Zelândia.

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