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Correio Braziliense CHILE

Ilhas de Páscoa e de Robinson Crusoé revelam a força da tradição

Saia do continente para mergulhar e comer lagostas deliciosas. Se a cultura for o seu forte, siga para a ilha de Páscoa, marque um encontro com os Rapa Nui


postado em 08/04/2017 10:00 / atualizado em 05/04/2017 13:29

(foto: Martin Bernetti/AFP Photo)
(foto: Martin Bernetti/AFP Photo)

Se você gosta de lagosta ou é fanático por mergulho — também vale ter as duas coisas como paixões — a Ilha Robinson Crusoé, a 670 km do continente, vai lhe deixar derretido. Outro destino no meio do mar que encanta, mas por conta da profusão de elementos culturais, é a Ilha de Páscoa, Patrimônio da Humanidade da Unesco desde 1995. Em ambas, a maneira mais rápida de se chegar é de avião. Algumas horas de viagem valerão a pena pelos fatores surpresa e exotismo.

A Ilha Robinson Crusoé desperta curiosidade e guarda exala mistérios da natureza — inclusive humana. O marinheiro Alexander Selkirk viveu ali no século 18, e inspirou o livro de Daniel Defoe, sobre um náufrago em uma ilha deserta. O território é privilegiado. Abriga várias espécies endêmicas, como o beija-flor vermelho e a lagosta de Juan Fernández — motivo da visita dos apaixonados por comida. O mergulho é outra maneira inteligente de explorar a ilha. A biodiversidade marinha não fica só nas lagostas, mas inclui ouriços, estrelas do mar, peixes de várias espécies e até lobos marinhos.


(foto: Turismo Chile/Reprodução)
(foto: Turismo Chile/Reprodução)

Na Ilha de Páscoa, a programação é outra. A cultura Rapa Nui domina o território com festas culturais nos primeiros dias de fevereiro, um parque nacional dono de metade do território — criado para preservar tesouros como os vulcões Raraku e Rano Kau — , além de 600 esculturas de pedra (algumas com 8 metros de altura), que viraram símbolos da ilha.


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