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Descubra a tranquilidade e as belezas naturais de lugares ao redor do DF

Sua grana está curta? Não tem tempo ou disposição para enfrentar longas distâncias? Não programou viagem para estas férias? Ainda há tempo para conferir opções maravilhosas a até 500km de Brasília


postado em 18/01/2018 19:07 / atualizado em 22/01/2018 12:00

(foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)
(foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)

Alto Paraíso, Goiás (257km)

São Jorge é uma vila que faz parte do município de Alto Paraíso. Em meio à Chapada dos Veadeiros, esse local conserva aspecto interiorano, mas com ótimas pousadas e hotéis, belezas naturais e cachoeiras ao longo do território. Uma das grandes opções de entretenimento é o famoso Jardim de Marytrea, que revela várias plantas e flores emolduradas por montanhas. O Vale da Lua, conjunto de formações rochosas com pedras de granito esculpidas pela água por mais de 600 milhões de anos, com suas pitorescas “crateras lunares”, é parada obrigatória.

(foto: Renato Alves/CB/D.A/Press)
(foto: Renato Alves/CB/D.A/Press)

Goiás Velho, Goiás (290km)


Os diversos tipos de casarios coloniais dão um toque diferente à caminhada pelas ruas da cidade, rica em história, tranquila e repleta de passeios naturais. Uma das grandes atrações é a casa da escritora Cora Coralina, que fica perto do Rio Vermelho. A Igreja Rosário, com um grande jardim e loja de artesanatos, também é queridinha dos turistas. A cidade é ideal para descansar, passear e comer o tradicional empadão goiano.

(foto: Eduardo Fernandes/Divulgação)
(foto: Eduardo Fernandes/Divulgação)

Cristalina, Goiás (116km)

Rios, córregos, cachoeiras, lagos de água límpida. Cristalina é uma cidade com grande potencial turístico pronta para agradar a todos os gostos. A famosa Pedra Chapéu do Sol encontra-se a pouco menos de 6km da cidade. Com vista impressionante, ela está assentada sobre uma das maiores reservas de cristal do mundo. A Cachoeira do Arrojado é outro local bastante visitado, junto ao Balneário da Praia das Lajes, composta por piscinas naturais, quedas d’água, quiosques e boa infraestrutura para visitantes.

(foto: Secretaria de Turismo de São Domingos/Divulgação)
(foto: Secretaria de Turismo de São Domingos/Divulgação)

Terra Ronca, Goiás (400km)

Estima-se que o Parque Estadual Terra Ronca abrigue cerca de 300 cavernas. A reserva foi criada com o objetivo de preservar a fauna, a flora e as áreas de ocorrência de cavidades naturais subterrâneas. Para quem gosta de explorar grutas, esse lugar é ideal. A caverna Angélica ostenta diversas formações rochosas e tem 17km de extensão. Já a Terra Ronca 1 é cortada por um rio, tem 90m de altura e desemboca em um altar onde ocorre, em todo 6 de agosto, a Festa do Bom Jesus da Lapa.

(foto: Clayton Ogura/Sucuarana Expedicoes/Divulgação)
(foto: Clayton Ogura/Sucuarana Expedicoes/Divulgação)

Cavalcante, Goiás (320km)

Cavalcante é uma cidade formada por cachoeiras e muita tradição. No nordeste da Chapada dos Veadeiros, esse município é considerado o melhor para a prática de ecoturismo e tem natureza e cultura preservadas. Próximo ao Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga, é possível conhecer a cultura dessa comunidade quilombola. Para os ciclistas, a trilha de Cavalcante é perfeita. Quem gosta de natureza poderá visitar cachoeiras como a São Félix, a Santa Bárbara, a São Bartolomeu e a Candaru.

 

» Longe dos holofotes

 

Destinos não tão conhecidos, mas cheios de atrações

(foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)
(foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)

» Teresina de Goiás, Goiás (280 km)

A cidade, com pouco mais de 3 mil habitantes, tem uma variedade de frutas, animais e vegetações. A cachoeira mais famosa do município chama-se Poço Encantado, entretanto há muitas outras, como a Três Degraus e a Cachoeirão. Algumas não têm nome, outras possivelmente não foram descobertas. O caju é a fruta dominante no cerrado que cerca Tereza, como os moradores carinhosamente chamam o local. Ainda é possível encontrar variedades de árvores , como murici, jatobá, palmeiras, buriti e macaúba.

(foto: Hildo Rocha Neto/Flickr)
(foto: Hildo Rocha Neto/Flickr)

» Aruanã, Goiás (480 km)


Pesca, esportes aquáticos, estrutura hoteleira e de serviço. A cidade tem muito a oferecer para os turistas. Com rios, praias, lazer e muita tranquilidade, é possível conhecer a comunidade indígena Karajá na aldeia Buridina. Outra opção é acampar às margens do Rio Araguaia, além de curtir a prática de pesca esportiva em vários lagos e lagoas bem próximos. O artesanato local é um grande atrativo para os visitantes.

(foto: Rsmartinelll/Flickr)
(foto: Rsmartinelll/Flickr)

» Mambaí, Goiás (315km)

A cidade é baseada no turismo de aventura. Com grande potencial para o ecoturismo, Mambaí fica numa área de proteção ambiental próxima às nascentes do Rio Vermelho. Com cânions, cavernas e cachoeiras em meio ao cerrado, o município apresenta uma diversidade de belezas naturais. A Cachoeira do Funil é um ponto turístico muito visitado, ideal para rapel. Já na Lapa do Penhasco a grande atração é a tirolesa.

(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)
(foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

» Vila Propício, Goiás (200km)

Com pouco mais de 5 mil habitantes, o município abriga o segundo maior complexo de cavernas do Centro-Oeste, são cerca de 50. A maior é a Caverna da Samambaia (para se chegar lá, é necessário caminhar por uma trilha formada por mata). O mergulho nas águas cristalinas do Lago Azul é bastante popular. Outra caverna que recebe muitos turistas é a Três Marias, recomendável para crianças e idosos.

(foto: Maísa Narvaez/Flickr)
(foto: Maísa Narvaez/Flickr)

» Aurora do Tocantins, Tocantins (479km)

A cidade foi batizada com esse nome pelo fato de ser ladeada por cordilheiras. Por esse motivo, o nascer do sol é mais tarde. Entre os atrativos turísticos estão os rios Torres, Palmas, Serra Dourada e Azuis. Este último é considerado um dos menores rios do mundo, com pouco mais de 140 metros de extensão. As águas azul-esverdeadas encantam visitantes e, partir de dois olhos d’água, formam uma lagoa perfeita para banho, praticamente uma piscina natural. A agropecuária e o turismo são as duas principais atividades da cidade.

 

» No interior goiano 

 

Repouso e turismo rural

Para quem está cansado da cidade grande, pequenos municípios em Goiás proporcionam sossego e aventura. Fogão à lenha, um lindo horizonte para apreciar, longe da poluição visual, sonora, construções e casinhas em estilo antigo... Esses são elementos presentes em destinos goianos pouco conhecidos pelos brasilienses

(foto: João Faria/ONG Rios Goianos)
(foto: João Faria/ONG Rios Goianos)

Mimoso de Goiás (134km)
Com cerca de 2,7 mil habitantes, é nesse município que fica a nascente do Rio Bom Jesus, paraíso natural bastante charmoso, como o nome da cidade, dentro da Fazenda da Vovó. É possível ver o leito do rio e seus peixes e plantas aquáticas, pois as águas são cristalinas. A pesca esportiva é permitida e há área para camping e churrasco.

(foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press)
(foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press)

Posse d’Abadia, em Abadiânia (135km)
Conhecido como Abadiânia Velha, esse é outro recanto tranquilo, ideal para passar um tempo e repousar. Com pouco mais de 500 habitantes, a vila fica perto da BR-060, no caminho para Pirenópolis.

(foto: Ricardo Sabino/Divulgação)
(foto: Ricardo Sabino/Divulgação)

Vila Olhos d’Água, em Alexânia (100km)
O único meio de transporte pelas ruas é uma charrete que cobra R$ 5 para locomoção. O vilarejo conta com três pousadas e dois hotéis-fazenda.

(foto: Goiás Turismo/Divulgação)
(foto: Goiás Turismo/Divulgação)

Paraúna (301km)
Essa é uma atração misteriosa. O sítio arqueológico Serra de Gales e as cachoeiras do Cervo e a do Desengano são grandes atrações.

(foto: Cadu Gomes/CB/D.A Press)
(foto: Cadu Gomes/CB/D.A Press)

Cabeceiras (111km)
Trata-se de um grande ponto do chamado turismo rural, com 
riachos ao redor

(foto: Victor Camilo)
(foto: Victor Camilo)

Jaraguá (306km)
Grandes belezas naturais e algumas construções históricas, como a Igreja do Rosário, são atrativos do município. A cachoeira da Saraiva é um dos pontos mais bonitos desse lugar.

(foto: Anne Lotte/Flickr)
(foto: Anne Lotte/Flickr)

Joanápolis (110km)
A pequena cidade, carinhosamente chamada de Capelinha pelos moradores, é a menor da lista. Tem grandes fazendas ao redor. Situa-se pouco antes de Anápolis e tem pessoas bastante receptivas, dispostas a conversar com visitantes.

(foto: Silvio Quirino/Goiás Turismo)
(foto: Silvio Quirino/Goiás Turismo)

Muquém (150km)
O distrito de São Tomé de Muquém faz parte do município de Niquelândia e surgiu por volta de 1740. Em agosto, o local é muito visitado por romeiros que participam da festa de Nossa Senhora da Abadia de Muquém. O santuário local comporta 28 mil pessoas sentadas. Além da religiosidade, a pesca e o turismo rural são atrativos do lugar, que concentra três cachoeiras, entre elas a do Muquém, e duas grutas, uma caverna, a Lagoa Encantada e o Lago Serra da Mesa.

 

*Estagiário sob supervisão da subeditora Ana Paula Lisboa 

 

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