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Correio Braziliense SUP

Caia na água e descubra roteiros encantadores com o sup

Viajar é incentivo para descobertas. De lugares, culturas e, quem sabe, um esporte desconhecido... Na modalidade que encanta crianças e adultos, a natureza é o convite principal do passeio e o desafio é o equilíbrio


postado em 18/01/2019 10:00 / atualizado em 16/01/2019 16:19

(foto: OndaSup Club/ Divulgação)
(foto: OndaSup Club/ Divulgação)


Os termômetros chegam a marcar 38ºC. É tempo de verão. A época que marca os meses de dezembro a fevereiro, de férias escolares, quando a rotina dá espaço para o descanso e sossego, é ideal para viajar. Na última pesquisa feita pelo Ministério do Turismo, foi registrado um aumento de 2% em relação ao ano anterior, um total de 75,5 milhões de viagens domésticas feitas no verão, durante a temporada de 2017/2018.

De acordo com levantamento do portal booking.com, 48% dos brasileiros preferem viajar no verão. Motivos não faltam. O principal é a disponibilidade de se ausentar do trabalho, mas  o clima quente é um dos atratativos para 7% dos mais de 1 mil entrevistados pela empresa nos meses de setembro e outubro, em todas as regiões do país. Além de conhecer culturas, sabores, lugares, por que não um novo esporte? Com 60% da preferência dos viajantes, as praias do Nordeste oferecem experiências como a do stand-up paddle, onde o praticante se equilibra sobre uma prancha e se move com a ajuda de um remo.

Diego Ferreira pratica o esporte no mar, mas prefere navegar no Lago Paranoá(foto: Arquivo pessoal)
Diego Ferreira pratica o esporte no mar, mas prefere navegar no Lago Paranoá (foto: Arquivo pessoal)

Com origem no Havaí, o stand-up paddle ou SUP, como é conhecido, era praticado por instrutores de surfe, auxiliando os alunos em suas aulas, em meado dos anos 1940. O material usado era uma prancha de madeira. Atualmente, o esporte se aprimorou, é feito tanto em mares quanto em rios ou lagos. Para o instrutor de SUP Thiago Lima, o vento é um fator que deve ser levado em consideração na hora de subir na prancha. “Se entrar no mar e estiver ventando da areia para o mar pode ser perigoso. O importante é sempre remar contra o vento”. Ele reforça o cuidado com a segurança: “o equipamento tem que ser revisado. É um esporte muito tranquilo de fazer, mas as pessoas têm que ter cuidado na hora de remar”. Há quatro anos o estudante Diego Ferreira, 17, pratica o esporte nas horas vagas. Já navegou em praias de São Paulo e no Lago Paranoá, em Brasília. “Prefiro lago, porque o mar geralmente é mais agitado, mas eu gosto, pois me conecta com a natureza, é fácil, barato e sai um pouco do cotidiano”.

Selecionamos alguns destinos para que você desfrute da natureza. Sozinho ou acompanhado, o SUP pode se tornar um caminho para o autoconhecimento.

Brasília
(foto: OndaSup Club/Divulgação)
(foto: OndaSup Club/Divulgação)

Na capital federal, os dias ensolarados são marcados por grande movimento no Lago Paranoá — cartão-postal da cidade. Na orla, clubes especializados em esportes na água disponibilizam equipamentos e espaço para quem deseja praticar. É possível encontrar preços a partir de R$ 35 a hora.


Amazônia

(foto: Canui Canoagem/Divulgacao )
(foto: Canui Canoagem/Divulgacao )

Já pensou em conhecer os sons da mata e remar pelos igarapés, com o pôr do sol se despedindo do dia, em uma das maiores riquezas naturais do Brasil? Seja em Manaus, seja no Pará, o passeio é inesquecível. O preço do aluguel de uma prancha para o dia pode sair a partir de R$ 30.


Amsterdã  
(foto: Flickr)
(foto: Flickr)

Nem só de carros, bicicletas ou ônibus é possível desfrutar de um lugar. Os canais da charmosa capital da Holanda permitem que o visitante desfrute de uma experiência encantadora. De sup. A hora pelo aluguel da prancha vale a partir de R$ 110.


África do Sul
(foto: supcaptown.co.za/Divulgação)
(foto: supcaptown.co.za/Divulgação)

Na cidade do Cabo, há a possibilidade de remar tanto em mar aberto quanto pelo canal de Waterfront. É mais uma opção de tour em uma cidade que é repleta de riqueza cultural. O preço inicial pode ser em torno de R$ 48.

Fica a dica

Prancha
Na hora de escolher uma prancha, é preciso estar atento a detalhes para escolher o melhor modelo, pois há diferença conforme o tamanho e o peso de quem for praticar. A maioria das lojas especializadas no produto calculam o tamanho em pés ou polegadas. Comprimento, altura e largura definem a atividade que deverá ser exercida. Se for comprida, a velocidade é maior; quanto mais larga, melhor para equilibrar; e quanto mais espessa, mais peso ela suporta.

 

* Estagiária sob supervisão de Taís Braga

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