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Correio Braziliense

Explorando o mundo


postado em 04/03/2020 14:15 / atualizado em 04/03/2020 14:37

(foto: Paulo Saad/wikimedia.org)
(foto: Paulo Saad/wikimedia.org)


O carnaval acabou, e o novo ano está para começar, no calendário dos brasileiros. Assim é a tradição. É hora de programar as férias, e a novidade é que o setor de turismo está empenhado em oferecer experiências intrigantes. Não basta conhecer os lugares tradicionais, a ordem é vivenciar culturas diversas, descobrir países não tão distantes; outros longínquos como o Líbano, onde está o Templo de Júpiter (foto). O que importa é viver as sensações, celebrar a vida. Conheça as sugestões de profissionais especializados em viagens personalizadas.

 

O novo é diferente 

 

Há uma máxima brasileira que diz que o ano só começa depois do carnaval. Principalmente quando a data da folia é no mês de fevereiro. Agora, é hora de trabalhar, estudar e planejar as férias, que ninguém é de ferro.

 


Apesar da preocupação com o contágio por coronavírus, que tem provocado desistências e adiado viagens programadas, estar em perfeita comunhão com a natureza, desconectar-se das preocupações do dia a dia, celebrar a vida acompanhado de quem ama e emergir e vivenciar culturas autênticas são os principais objetivos dos viajantes. E nada como um novo ano para reafirmar a importância desses momentos especiais tão ligados às emoções e que ficam para sempre na memória.

Especialistas no setor de turismo identificaram, nos últimos anos, a tendência de viagens no mínimo diferentes, para destinos desafiadores, com experiências que fogem aos roteiros tradicionais, com toques de aventura e imersão em novas culturas e o enriquecimento do contato com povos de diferentes estilos de vida. A agência Teresa Perez, especializada em viagens personalizadas, identificou os novos desejos dos clientes, pesquisou e elaborou uma relação com 60 destinos e experiências. Desses, foram selecionados 13 que, segundo o CEO da empresa, Tomaz Perez, “se destacaram, seja pela novidade que inspira interesse por lugares pouco explorados pelos brasileiros, seja por destinos que se reinventam.”

As principais características ressaltam paisagens espetaculares, e preocupações ambientais e sociais também marcam presença ao lado de muita história, arte e aventura. Destinos históricos no Oriente Médio e México, países pouco explorados por brasileiros, como o Irã e Zimbábue, além de cruzeiros e destinos mais exóticos. Quem sabe um deles pode ser o seu próximo destino?

Eslovênia   

(foto: Canadianhockey91/wikimedia.org)
(foto: Canadianhockey91/wikimedia.org)
 
 
A Eslovênia mantém mais da metade do seu território coberto por florestas praticamente intocadas. Fazendo fronteira com Áustria, Itália, Hungria e Croácia, é dono dos cenários mais instagramáveis dessa região da Europa, como na charmosíssima e diminuta Bled. No mais, são campos verdejantes e floridos a perder de vista, cadeias de montanhas dos Alpes ao norte do país e imensos complexos de cavernas.

 

Cotê d’azur, França   

 

 
(foto: Valery Hache)
(foto: Valery Hache)
  
 
É incorreto dizer que a Riviera Francesa um dia esteve fora do radar do brasileiro. Mas é inegável que o interesse pelo destino voltou a crescer a ponto de se colocar como uma tendência forte de viagem em 2020. Lugares como Nice, Cannes, Menton ou Mônaco, além de 14 parques naturais, ruínas romanas, aldeias medievais e até pontos de observação de baleias perto da costa são destaques.


Ruanda, África   
(foto: Carineo6/wikimedia.org)
(foto: Carineo6/wikimedia.org)
  
 
O país, no centro do continente africano, caminha com passos apressados rumo ao futuro, se desenvolvendo e aguçando a curiosidade do planeta com os seus extraordinários recursos naturais. Um dos três lugares do mundo onde podemos ver de perto os gorilas-da-montanha. Nas duas principais reservas naturais do país, fauna e flora peculiares, grandes plantações de chá, povo superamável e, claro, os últimos remanescentes dos gorilas-da-montanha no mundo.


San Miguel de Allende, México   
(foto: JiuguangWang/wikimedia.org)
(foto: JiuguangWang/wikimedia.org)
  
 
Charme retrô e muita história em cada caminhada. A menos de 300 quilômetros da capital mexicana, ela é superlativa em atrativos: pelas centenárias ruelas de paralelepípedos espalham-se ótimos restaurantes e bares, edifícios preservados, pequenos mercados repletos de artesanato local e um Centro Histórico que completa uma década com o status de patrimônio mundial da humanidade nomeado pela Unesco.


Zimbábue, África   
(foto: PxHere/Reproducao)
(foto: PxHere/Reproducao)
 
 
No país do sul da África, é a vida selvagem que proporciona espetáculos e experiências surpreendentes de safáris e, também, contam com ótimas pousadas e acampamentos instalados em lugares onde a natureza não sofreu com as ações do homem. Durante os safáris, que podem ser feitos em jipes ou a pé, é possível testemunhar manadas a caminho dos poços de águas distribuídos pela árida paisagem da região.
 
 

Nova Zelândia 

 

(foto: Wikimedia.org/Reproducao)
(foto: Wikimedia.org/Reproducao)

 

Em um primeiro momento, a gente pensa que a Nova Zelândia está muito distante, do outro lado do mundo, na Oceania. Nem tanto. Na prática, são apenas13 horas de viagem a partir da América do Sul. Ser a última porção de terra descoberta no planeta deu ao país algumas características culturais e sociais bastante marcantes. A receptividade, a informalidade e a paixão pelas atividades ao ar livre são traços inconfundíveis do jovem povo neozelandês, que busca na antiga cultura maori contrastes entre o tradicional e o contemporâneo.

Irã

(foto: mahdikarimi/wikimedia.org)
(foto: mahdikarimi/wikimedia.org)
 
 
Quem vai ao Irã, ao voltar, costuma ter duas certezas: a de que o país tem um dos povos mais gentis e hospitaleiros do Oriente Médio; e que a viagem às principais cidades desfaz preconceitos e revela paisagens incomuns em Shiraz, Yazd, Esfahan e Teerã.


Líbano

(foto: HeatherCowper/Flickr)
(foto: HeatherCowper/Flickr)
 
 
Um destino que ainda não foi devidamente descoberto pelos brasileiros é uma bela opção para os amantes de história, arquitetura e cultura, também por estar situado em uma região onde surgiram e por onde passaram civilizações como fenícios, turcos otomanos e romanas.


Galápagos

(foto: Jorge Silva)
(foto: Jorge Silva)
 
 
O que faz Galápagos diferente de outros destinos é a possibilidade de ver de perto um lugar ainda selvagem, onde o homem influenciou muito pouco os cenários. Nesse sentido, tudo é fascinante em um lugar que pode ser visitado durante todo o ano. Por se tratar de um patrimônio da humanidade pela Unesco e área de proteção permanente, há algumas bem-vindas regras para preservar o meio ambiente, que não impedem o visitante, tanto por terra quanto em navegações, de presenciar um dos lugares épicos do planeta.


Filipinas    

(foto: Noel Celis)
(foto: Noel Celis)
  
 
A Tailândia não precisa de alternativa no Sudeste Asiático, mas fôssemos pensar em um destino com belas praias, incontáveis ilhas onde a tranquilidade dá o tom aos dias, regiões de mergulho e ondas perfeitas para o surf, Filipinas seria o lugar. Comum a das maiores costas da Ásia e um  aglomerado de mais de 7 mil ilhas, ninguém se admira com o fato de que uma viagem ao país seja feita sempre em direção à praia.
 

Geórgia, Cáucaso

(foto: MostafaMeraji/wikimedia.org)
(foto: MostafaMeraji/wikimedia.org)
  
 
Armênia, Azerbaijão e, principalmente, Geórgia, fazem parte de um roteiro cheio de belezas cênicas, tradições religiosas e gastronomia com personalidade multifacetada. Conhecida como “a joia do Cáucaso”, a Geórgia repousa caprichosamente protegida pelas cristas nevadas da cordilheira emoldada por diversas influências culturais, russas e turcas, sobretudo.


Niseko, Japão

(foto: Douglas P Perkins/wikimedia.org)
(foto: Douglas P Perkins/wikimedia.org)
  

 

Não é incomum ouvir que Niseko é a Aspen ou a St.Moritz japonesa, uma referência direta a dois tradicionais destinos de esqui do planeta. Instalado na base de um vulcão adormecido, o resort de esportes de inverno do Japão é diversificado em atividades emocionantes na neve. A estação de esqui fica na ilha de Hokkaido, no norte do Japão, em uma colina com quatro resorts interligados e composta por inúmeras pistas para todos os níveis.

Para mais informações, acesse: www.teresaperez.com.br


 

 

 

 

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